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MEIO AMBIENTE

Estado vai investir R$ 14,1 milhões em unidades de conservação

No Estado, há 66 unidades de conservação estaduais. Em 36 meses, todos os documentos das 66 unidades do bioma Mata Atlântica e de 5 do bioma Caatinga, devem estar concluídos.

Publicado em 08/06/2011, às 18h34

Do JC Online

O governador Eduardo Campos assinou na tarde desta quarta-feira (8), decreto que cria o Comitê Executivo de Gestão do Programa de Implantação das Unidades de Conservação do Estado de Pernambuco, com um investimento de R$ 14,1 milhões. Os recursos do programa vão custear o diagnóstico, zoneamento, plano de manejo e criação de um conselho gestor que vai gerir e monitorar a implantação das unidades. A perspectiva é contratar de imediato 20 técnicos, em caráter de seleção temporária. Em 36 meses, todos os documentos das 66 unidades do bioma Mata Atlântica e de 5 do bioma Caatinga, devem estar concluídos.

No Estado, há 66 unidades de conservação estaduais. Dessas, 35 são unidades de uso sustentável (18 Áreas de Proteção Ambiental (APA); 9, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN); 8, Reservas de Floresta Urbana (FURB). Outras 31 unidades são de proteção integral. Todas as unidades de conservação estaduais estão localizadas em áreas de Mata Atlântica.

Com o Programa, a proposta é implantar as 66 unidades de conservação estaduais e, inicialmente, pelo menos mais cinco unidades de conservação na caatinga. Estudos técnicos realizados pela Semas e um grupo de trabalho formado por parceiros do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, Ministério do Meio Ambiente e Comitê da Caatinga identificaram 13 áreas potenciais de preservação deste bioma, o que elevará de 0,7% para aproximadamente 4% a área de caatinga preservada em Pernambuco.

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Comentários

Por Seu Dotô,09/06/2011

É louvável a preocupação e a atitude do nosso Governador, Dr. Eduardo Campos. Nossas matas precisam ser protegidas e respeitadas. A pobre caatinga está sofrendo por demais com os assentamentos feitos sem qualquer tipo de estrutura ou apoio governamental, onde as pessoas sobrevivem da flora, no fabrico de carvão, fornecimento de lenhas, bem assim acabando com as caças existentes e as abelhas silvestres, na produção de mel. Dê uma olhadinha para Floresta, município que está sofrendo essas conseqüências. Lá, certamente encontramos área propicia para uma RPPM.

Por Eduardo Santana,09/06/2011

Bém que o Estado poderia fazer um trabalho serio de proteção,salvaguarda e conscientização das comunidades e empresas que vivem no entorno das Matas de Passarinho, Dois Unidos e Mata de Caixa d'água que estão entregues a propropria sorte e sofrem diariamente com a ocupação desordenada,invasão de caçadores e pessoas que retiram madeira dessas matas (que agem livremente) e servem ainda como lixão onde comunidade e empesas inescrupulosas jogam todo tipo de lixo nelas.

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