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violência na escola

Pai de garota que morreu após briga em escola diz que ela não tinha problemas de saúde

Confusão na Escola Estadual Monsenhor Álvaro Negromonte teria começado por conta de um namorado. Menor morreu após levar uma tapa

Publicado em 14/12/2011, às 10h18

Delegada Gleide Ângelo, do DHPP, entregou o caso para a GPCA / Foto: Guga Matos/JC Imagem

Delegada Gleide Ângelo, do DHPP, entregou o caso para a GPCA

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Do JC Online

A família da adolescente morta após uma briga com uma colega de classe, na Escola Estadual Monsenhor Álvaro Negromonte, no Totó, Zona Oeste do Recife, na última terça-feira (13), disse que a menina não tinha problemas de saúde. Joice Fernandes da Silva, morreu aos 16 anos, depois de levar um tapa de uma aluna, em uma discussão na escola. A jovem ainda chegou a ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Curado, mas já chegou morta.

O pai da jovem aguarda pela liberação do corpo no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, em Santo Amaro, área central do Recife. A causa da morte ainda não foi definida.

O entregador Gilson Fernandes Ribeiro, 43, disse que a filha nunca teve problemas de saúde, nem sinais de doença cardíaca (existe a suspeita de que a menina tenha sofrido uma parada cardíaca após a discussão). "Eu não sei nem o que pensar. Ela estava muito bem, se preparando para entrar no terceiro ano do Ensino Médio, ia se formar. Ela tinha falta de ar de vez em quando, mas nada grave", disse o pai da vítima.

» Ouça reportagem de Karoline Fernandes, da Rádio Jornal:

Ainda de acordo com familiares, a menina morava com os pais e com um casal de irmãos. A mãe da garota está sob o efeito de medicamentos. "Queremos que o enterro aconteça hoje (quarta, 14) à tarde, no Cemitério do Pacheco, em Jaboatão dos Guararapes, que é próximo da casa da família, localizada na Baixa da Colina, em Cavaleiro, também em Jaboatão", disse o tio da menina, José Rosa de Lima, 36.

A adolescente Dayane dos Santos, 19, que teria agredido Joice, iria ser autuada por homicídio qualificado por motivo fútil, após ter dado um tapa em Joice, minutos antes da morte da garota, mas não foi o que aconteceu. O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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