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zona sul

Mulher é vítima de ataque de tubarão na praia de Boa Viagem

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque ocorreu na faixa do mar que fica nas proximidades da Pracinha de Boa Viagem

Publicado em 22/07/2013, às 14h23


Do JC Online

Ataque foi o 59º registrado pelo Cemit  em Pernambuco desde 1992 / Foto: Igo Bione/JC Imagem

Ataque foi o 59º registrado pelo Cemit em Pernambuco desde 1992

Foto: Igo Bione/JC Imagem

Uma mulher de 18 anos foi vítima de um ataque de tubarão na tarde desta segunda-feira (22), na praia de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Esse é o 59º ataque no estado, desde que começaram a ser contabilizados, em 1992. Bruna da Silva Gobbi estava a cerca de 20 metros da costa, com água na altura da cintura quando o ataque aconteceu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque ocorreu na faixa do mar que fica nas proximidades da Pracinha de Boa Viagem. A vítima, identificada inicialmente como Bruna Gobi, que é turista de São Paulo, recebeu uma mordida na coxa esquerda.

CINEGRAFISTA AMADOR FILMOU O SOCORRO. AS CENAS SÃO FORTES

A vítima foi socorrida e levada até a UPA da Imbiribeira às 13h30 e depois transferida para o Hospital da Restauração. O estado de saúde da jovem é gravíssimo.

HISTÓRICO - No mês passado, um homem também sofreu um ataque de tubarão, desta vez na Praia do paiva, no Cabo de Santo Agostinho. José Rogério Tavares da Silva, 41 anos, sofreu mordidas de um tubarão de grande porte, segundo o IML.

De acordo com Comitê de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), o ataque ocorreu numa área que não é monitorada pelo órgão.

mais informações em instantes

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Comentários

Por Anderson M. Jr.,23/10/2013

ambientalistas são ridículos só querem verbas para mais pesquisas, vai proteger tubarão em alto mar seus ecopilantras hipócritas mentirosos enroladores de crianças

Por Wilson,30/07/2013

Pra vcs que são à favor dessa tal rede de proteção e que sempre cita a Austrália e Africa do Sul,vejam essa reportagem ok!!! O grupo australiano Save Our Sharks, membro da Sociedade de Condrictios da Oceania, fala sobre a técnica de proteção contra tubarões utilizada durante décadas no litoral da Austrália: Quando os níveis de ataque de tubarão em praias de surf em Sydney eram altos em 1930, implementou-se as redes contra tubarão para reduzir o número de tubarões e ataques. O programa foi um "sucesso espetacular", com grande número de tubarões mortos e sem ataques fatais nessas praias de surf desde a colocação da rede. No entanto, o programa de proteção teve um custo ambiental significativo, em termos de capturas de espécies não-alvo, ou seja, outros animais marinhos (baleias, tartarugas, golfinhos, etc) e espécies de tubarões não-alvo, incluindo espécies protegidas e ameaçadas de extinção, que são mortas nas redes. É por isso que a rede de proteção contra tubarão foi listada como um processo chave de ameaça pelo Comitê Científico de Pesca do NWS (New South Wales, um estado no leste da Austrália). Foram listados 6 equívocos em relação a tais redes: Equívoco 1 "As redes de tubarões são uma barreira física que impede os tubarões de alcançar as áreas rasas de natação das praias de surf." Realidade - "As redes de tubarão não agem como uma barreira completa aos tubarões uma vez que eles não estão permanentemente numa faixa d'água, elas não cobrem toda a extensão da praia e não se estendem desde a superfície da água até o fundo do mar. De fato, aproximadamente 40% dos incidentes com tubarões nas praias ocorrem no lado das redes, porque os tubarões são capazes de nadar sobre e em torno das redes." Equívoco 2 "As redes de tubarões agem como um impedimento para os padrões de migração dos tubarões e eles evitam as redes." Realidade - Nenhuma pesquisa foi realizada para continuar a testar esta hipótese e a mesma mantém-se infundada. No entanto, tem-se afirmado como fato na mídia mais do que uma vez, nos últimos anos, que "A única razão para as redes é matar tubarões para reduzir as suas populações." Equívoco 3 "Tubarão bom é tubarão morto e quanto mais tubarões são capturados nas redes, melhor." Realidade - Os tubarões têm um papel de fundamental importância no ecossistema marinho. Predadores como o tubarão branco e o tubarão-tigre mantem o equilíbrio de ecossistemas como os únicos predadores de focas, leões marinhos, e peixes de grande porte. A extinção de tais predadores afetaria nossas pescarias comerciais, assim como as populações de mamíferos marinhos aumentariam, causando grande desequilíbrio. O grande tubarão branco está agora listado como vulnerável e protegido em todas as águas estaduais australianas. Equívoco 4 "Se as redes de tubarão forem removidas, os ataques de tubarão irão aumentar rapidamente." Realidade - Os tubarões têm um potencial reprodutivo muito baixo. Como resultado, a recuperação da redução de suas populações é muito lenta, o que é um dos motivos dos quais os tubarões (e raias) estão em declínio em todo o mundo. Equívoco 5 "Todos os tubarões são predadores carnívoros e são um grande perigo para os seres humanos. " Realidade - Considerando o maior tubarão, o tubarão-baleia, ele se alimenta de plâncton, e o tubarão de Port Jackson (assim como o tubarão lixa) tem dentes modificados como placas de esmagamento para comer invertebrados, é errado generalizar sobre todos os tubarões. A grande maioria dos tubarões são inofensivos para os humanos. Equívoco 6 "O pequeno número ameaçado e protegido de tubarões mangona (Carcharhias taurus) e grandes tubarões brancos capturados anualmente nas redes de tubarão são realmente um número insignificante e não constituem uma ameaça para a sua sobrevivência." Realidade - "A população de tubarões mangona é extremamente suscetível à mortalidade por pesca em experimentos de modelagem. Todos os cenários onde a mortalidade por pesca relacionada estava presente, o total da população de tubarões mangona diminuiu." A rede de tubarões é uma rede de pesca de emalhar pelas brânquias e deve ser incluído nessa diretriz. A população de tubarão mangona no leste da Austrália, da qual a grande maioria se encontra em NSW, está em perigo de extinção. Então o que podemos fazer sobre isso? Redes de tubarão é um método bárbaro pré-histórico de "proteger nadadores". Esta prática foi implementada em 1930 e ao longo dos últimos 70 anos não houve nenhuma atualização para se fazer uso de técnicas inofensivas e de dispositivos tecnológicos modernos que já existem para deter tubarões. O programa da rede de tubarões continua a matar espécies de tubarões vulneráveis ??e ameaçadas de extinção, e de forma indiscriminada mata outras espécies não-alvo, como as baleias e seus filhotes sobre a migração anual, golfinhos, tartarugas, entre outros animais. Apelos públicos e pressão sobre os departamentos do governo é a única maneira que este processo vai ser alterado. * Escreva para o seu MP local e expresse as suas preocupações - sugira o teste e julgamento de técnicas modernas de impedimentos de tubarão, como o Shark Shield. * Assine petições contra redes de tubarão, como última instância, um grande número por trás dessas causas irá gerar uma resposta. * Eduque seus amigos e familiares sobre o que as redes de tubarões realmente fazem. Aumente a conscientização sobre a questão. Não há dúvida de que esta é uma questão política - no entanto, a pressão contínua para a reforma desta prática é a nossa única esperança de iniciar a mudança. O texto foi traduzido e adaptado do site oficial do grupo. Postado por Amigos do CEMIT .... E para o cidadão que se chama José,antes de dá pitaco sem sentido algum,aprende pelo menos à digitar correto ok!!! "hipoclisia" ninguém merece!!!

Por DINA ,29/07/2013

conordo com o amigo antonio carlos, se foi quebrada o ciclo destes animalzinhos podemos dizer assim, deve-se ter uma solução, o progresso estar ocupando os espaços deles, para onde eles vão, se não para beira mar procurar o que lhes falta, com os grandes aterros de mar a adentro? até a natureza dos bichinhos mudam! nós homens somos culpados por isso, somos culpados indiretamente pelos ataques destes bichos a uma população que busca apenas lazer, tanto protestos pelo dinheiro que não voltam mais com as construções das arenas, e nada de protesto pelo ocorrido agoracom esta moça. Temos que protestar antes de acontecer, não depois que acontece. vejam o sofrimento desta família, perder uma filha para um ser que estava em lugar, e foi espulso do seu habitar natural, o que mais podemos falar? Ele sentiu fome e é de sua natureza ir em busca de sua presa. Devemos mata-los? ou voces engenheiros, universidades ligadas este eventos, autoridades de dissemos competentes, façam algo, não para trazer a Bruna de volta, mas para que outras Brunas e Marias não voltem a ser atacadas em nossas praias que são tão belas! este éo meu repúdio as autoridades do governo. Ficou feio governador!!!!

Por Bruna ,23/07/2013

Ao observar as imagens em que os socorrista está com a gorata, sendo colocada no chão poderia ter estancado o sangue, amarrando algo em sua perna, faltou essa habilidade dos socorristas o que pode ter agravado a situação!!!

Por Antonio Carlos,23/07/2013

Meu ponto de vista, somos a sétima economia do mundo, creio que já passou da hora de fazermos a liçao de casa, o setor de turismo divulga as belas praias brasileiras em diversos canais de informção, nós turistas somos convidados a todo instante a conhecer e desfrutar destas belas praias, porem se uma universidade realiza um estudo, e informa que as alterações que se fizerm na geografia da região, alterou o ciclo de convivio destes peixes, é necessario que estes profissionais sejam ouvidos, e que todos os envolvidos poder publico, ministério publico e demais autoridades do setor de turismo, cheguem a uma solução onde o convivio do homem e a fauna sejam harmoniosos enão de tragédias, pois quando saimos para um passeio, além da descontração é preciso garantir a integridade de todos os turistas, ou então senão somos suficientemente preparados para darmos toda a infraestrutura aos turistas que parem de veicular as propagandas convidativas até que o problema seja sanado, agora resta todos que estão comentando o fato cobrar do poder publico, o minimo que a familia desta jovem seja ressarcida por esta fatalidade.

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