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Igreja em obra

Em obras desde 2014, Igreja de São José precisa de doações para construção do telhado

A construção da igreja, no bairro do Alto José Bonifácio, faz parte do processo de transformação do Morro da Conceição em santuário diocesano. A obra no telhado está orçada em R$ 122 mil

Publicado em 28/06/2016, às 07h15

Segundo o pároco e administrador do santuário, padre Renato Azevedo, ainda é preciso arrecadar pouco mais de R$ 40 mil para intervenção na coberta / Foto: Guga Matos/JC Imagem
Segundo o pároco e administrador do santuário, padre Renato Azevedo, ainda é preciso arrecadar pouco mais de R$ 40 mil para intervenção na coberta
Foto: Guga Matos/JC Imagem
Da Editoria de Cidades

O Santuário Morro da Conceição faz campanha junto aos fiéis para arrecadar dinheiro e garantir a obra do telhado da Paróquia de São José, em construção no Alto José Bonifácio, Zona Norte do Recife. De acordo com o pároco e administrador do santuário, Padre Renato Azevedo, a obra está orçada em R$ 122 mil. Em construção desde 2014, o templo faz parte do processo de elevação da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição a condição de santuário.

Quando pronta, a igreja permitirá que o Morro da Conceição se transforme somente num local de peregrinação e oração e concentrará o atendimento as quatro comunidades hoje dependentes do santuário. Também será construída a casa paroquial, além de salão de festa e o centro de pastoral. Juntos, os espaços formarão o Complexo Comunitário de São José. A obra avançou até janeiro desse ano, com paredes e instalações elétricas em estágio avançado. Com a troca de administração do santuário, a construção foi interrompida para se estudar uma nova aplicação dos recursos da obra.

“Todos os recursos para construir a igreja vinham da Festa do Morro. Vai continuar assim, mas precisamos distribuir o que é arrecadado para manutenção de outras capelas e do próprio santuário. Nesse tempo em que a obra ficou parada, fizemos campanhas para arrecadar a quantia necessária para iniciar a construção do telhado, que é a demanda mais urgente. Graças ao dízimo, às campanhas do Envelope e dos Anjos Coletores, além da venda de artigos religiosos, conseguimos juntar uma parte do dinheiro e esperamos retomar as obras na semana que vem”, conta o padre.

Segundo o pároco, foram arrecadados cerca de R$ 80 mil dos R$ 122 mil necessários. Além das campanhas, todo domingo são realizadas missas na igreja, mesmo com o prédio em obras. “Além da liturgia, serve para chamar a atenção dos fiéis quanto às doações para a construção do templo”, frisa.

“Precisamos de doações. Estamos recebendo tanto por depósito bancário, como diretamente na secretaria santuário. Os fiéis também podem participar da campanha dos anjos coletores, que é específica para essa obra do telhado. A pastoral pega os nomes das pessoas que querem colaborar e por 3 meses, que é o prazo que estimamos para conclusão da intervenção, essas pessoas contribuem com uma quantia”, explica o padre.

Os interessados em apoiar, podem realizar doações através de depósitos bancários na conta corrente 481415-0, agência 3205-0 do Banco Bradesco. É possível entrar em contato com o Santuário Morro da Conceição por meio do telefone (81) 3268-9255.

LIXO

Junto com a obra, vieram alguns transtornos para os moradores da Rua José Bonifácio. Segundo eles, a Prefeitura do Recife vem utilizando a calçada da igreja como depósito de lixo improvisado, apesar da grande mensagem “proibido jogar lixo” grafada no muro da construção. Além da sujeira acumulada, a passagem dos pedestres também fica obstruída. A situação incomoda o comerciante Leonardo José Rodrigues, 35 anos, que é vizinho à construção. “De um tempo para cá, está cada vez pior. A prefeitura precisa tomar alguma providência, pois atrai muitos bichos, principalmente moscas”, reclama.

Em nota, A Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) informa que o serviço de coleta domiciliar nas ruas do Alto José Bonifácio é realizado diariamente, em horário diurno, de maneira mecanizada. Porém, nos trechos onde o caminhão não tem acesso, a coleta é feita de forma manual. O material coletado manualmente pelos garis é agrupado provisoriamente em pontos específicos para que o caminhão consiga realizar a remoção. Para minimizar os transtornos aos moradores, o órgão irá acelerar o trabalho de remoção mecânica desse material, diminuindo ao máximo o tempo de permanência do lixo no local.

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