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Fenearte será ampliada em mais um dia em 2018

Em vez de 11 serão 12 dias de feira no próximo ano. Edição 2017 deve fechar com mais de 300 mil visitantes

Publicado em 16/07/2017, às 21h29

O público da feira ainda não foi contabilizado, mas ultrapassou as 300 mil pessoas / Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem
O público da feira ainda não foi contabilizado, mas ultrapassou as 300 mil pessoas
Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem
Cidades

O sucesso da 18ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que se encerra neste domingo, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, vai levar o evento a ter mais um dia no próximo ano, passando de 11 para 12 dias. O público da feira ainda não foi contabilizado, mas ultrapassou as 300 mil pessoas.

A movimentação foi tão boa que muitos comerciantes não fizeram a menor questão de baixar os preços no último dia, como normalmente acontece. Foi o caso de José Eufrásio Filho, de 52 anos, conhecido como seu Neném, pela primeira vez participando da feira. Artesão de Serra Talhada que produz sandálias e bolsas de couro, ele chegou ao domingo mantendo os preços e a clientela. “Trouxe 14 caixas e vou voltar só com uma, é bom ter um pouco de estoque”, brincou, dizendo que vendeu mais de 400 peças, com valores de R$ 70 a R$ 250.

Produtora de peças em barro e madeira em Caruaru, a artesã Ítala Rodrigues, 28 anos, baixou os preços do que tinha em estoque e não se arrependeu. “A ideia é vender tudo, voltar sem nada. Comercializamos mais de três mil peças, com valores entre R$ 2 e R$ 40”, comemorou. O produto mais caro, as bonecas estilizadas, caíram para R$ 35. Outros, de R$ 4 saíam ainda mais baratos levando três (ficavam por R$ 10).



PREÇO BOM

A professora Karla Patrícia do Nascimento, 31 anos, foi duas vezes a Fenearte e em cada vez levou mais amigas. “Eu vim atrás de promoção, não encontrei muita coisa, mas achei o que queria com preço bom”, diz. “Eu gosto muito da feira, mas esse ano não aprovei a mudança dos corredores, fiquei perdida com tudo muito aberto”.

As comerciantes de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, Cleide Maria da Silva, 59 anos, e Cíntya Mleny, 33, aprovaram tudo. "A gente compra roupa de renda para revenda em Passira, mas na Fenearte os preços são tão bons que a gente não compensa ir para lá. Então todo ano a gente vem e procura novos produtos", contam.


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