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Pernambucano é procurado por estuprar e engravidar enteada de 11 anos

Menina teve complicações no parto, mas deu à luz nesse fim de semana, na Paraíba, a uma criança saudável, fruto do estupro do padrasto pernambucano

Publicado em 13/09/2017, às 21h33

Segundo informações da delegada, a menina começou a ser abusada quando ainda tinha 10 anos / Foto: EBC
Segundo informações da delegada, a menina começou a ser abusada quando ainda tinha 10 anos
Foto: EBC
JC Online
Com informações do Portal Correio, da Paraíba

A Polícia do Estado da Paraíba está à procura de um pernambucano suspeito de estuprar uma menina de 11 anos. A garota, que seria sua enteada, deu à luz nesta semana e o bebê seria resultado dos abusos que sofreu, de acordo com a delegada responsável pelo caso Joana D'Arc, por cerca de 6 meses. Agora, o promotor da Infância e Juventude de João Pessoa Alley Borges Escorel pede que a guarda do bebê seja tirada da mãe.

Segundo informações da delegada, a menina começou a ser abusada quando ainda tinha 10 anos. O crime seria cometido em um sítio localizado na Zona Sul de João Pessoa. "A menina não convivia com a mãe, ela tinha sido criada pela avó e fazia pouco tempo que tinha ido morar com a mãe", afirmou a delegada.

De acordo com a investigadora, não há indícios de envolvimento da mãe no crime, mas Joana D'Arc afirma que houve "falta de cuidado", pela mãe permitir que a filha saísse com o padastro. "Ela e o padastro da menina moravam há alguns anos juntos, cerca de 2 ou 3 anos. Então ele ainda era um homem estranho dentro de casa", concluiu.



A menina deu à luz no domingo (10). A gravidez foi descoberta após ela passar mal e ser levada por uma tia para o posto de saúde. Ela já estava com cinco meses de gestação.

O suspeito está foragido desde que a gravidez foi descoberta.

Perda da guarda

O promotor da Infância e Juventude de João Pessoa, Alley Borges Escorel, pediu que a guarda do bebê fosse retirada da menina porque, de acordo com ele, a mãe da garota abusada pelo padrasto teria sido negligente ao não perceber que a filha estaria sofrendo os abusos. Além disso, segundo o promotor, a menina teria sido obrigada a trabalhar mesmo estando grávida.

A decisão pela permanência ou não da guarda do bebê com a mãe deve sair nesta semana.


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