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SÍNDROME RESPIRATÓRIA

SES emite alerta sobre aumento de casos da influenza em Pernambuco

O alerta foi dado aos municípios pernambucanos. Em três semanas, o número de pacientes com a Síndrome Respiratória Aguda Grave aumentou 50%

Publicado em 16/05/2018, às 17h25

Em menos de um mês de campanha, mais de um milhão de pessoas já foram imunizadas com a vacina contra a influenza A e B em Pernambuco / Foto: Diego Nigro/JC Imagem
Em menos de um mês de campanha, mais de um milhão de pessoas já foram imunizadas com a vacina contra a influenza A e B em Pernambuco
Foto: Diego Nigro/JC Imagem
JC Online

Um alerta foi encaminhado nesta quarta-feira (16) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES)  para os municípios pernambucanos devido ao aumento no número de casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Até o mês de maio, 594 casos foram notificados.

Em três semanas, foi registrado um acréscimo de 50% na média de casos, passando de 50 para 75 notificações semanais. Nos mais de 500 casos, 33 dos pacientes tiveram resultado positivo para Influenza A, sendo 22 com o vírus H1N1 e 11 com o H3N2. O vírus sincicial respiratório (VSR) foi confirmado em apenas um paciente.

Nos cinco primeiros meses de 2018 foram registrados seis óbitos por causa da influenza A. O mesmo período de 2017 registrou cinco mortes. A síndrome pode ser provocada por vírus ou bactérias e é caracterizada por febre, dor de garganta, tosse e desconforto respiratório.



Prevenção

Em menos de um mês de campanha, mais de um milhão de pessoas já foram imunizadas com a vacina contra a influenza A e B em Pernambuco.

No alerta, a SES informa medidas que podem ser adotadas pela população para evitar a propagação dos vírus. Medidas como lavar as mãos com água e sabão, o uso de álcool em gel e o evitar colocar as mãos nos olhos ou na boca podem ser eficazes na prevenção.

Fazem parte dos grupos prioritários crianças de 6 meses até menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias pós-parto, pessoas maiores de 60 anos, profissionais das redes pública e privada de educação e de saúde, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, detentos, funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (com duas ou mais doenças simultâneas).


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