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MORTE

Amigos lamentam assassinato de bailarina no Janga

Gabriela Conceição Santiago, 24 anos, foi morta com um tiro na cabeça após descer de um ônibus, na noite dessa quinta-feira (16)

Publicado em 17/02/2017, às 10h42

A principal linha de investigação da morte da jovem é de crime passional / Foto: Reprodução/ Facebook
A principal linha de investigação da morte da jovem é de crime passional
Foto: Reprodução/ Facebook
JC Online
Com informações da Rádio Jornal

Atualizada às 12h16

O corpo da professora e bailarina Gabriela Conceição Santiago, 24 anos, morta na noite de quinta-feira (16), no Janga, em Paulista, ainda está no Instituto de Medicina Legal (IML) aguardando a chegada da família para a liberação. No local, e também nas redes sociais, amigos da jovem lamentaram o assassinato.

"Gabriela vai fazer muita falta, era uma pessoa amiga. Quem lembrar da Gabriela vai lembrar dela sempre sorrindo, com alegria, com uma energia muito positiva", disse o amigo Otávio Vasconcelos, que está no IML, à Rádio Jornal.

Segundo ele, a jovem estava fazendo pós graduação "e alcançando os objetivos dela e se profissionalizando mais ainda quando aconteceu essa tragédia".

Outra amiga de Gabriela também utilizou a rede social para lamentar a perda. "Como é que pode o ser humamo tirar vida de outro. Estou sem acreditar ainda, vai com Deus amiga. Descanse em paz #Luto"

O sepultamento está previsto para as 15h desta sexta-feira (17), no cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife.

Professora e bailarina foi morta após descer de ônibus no Janga

Segundo testemunhas, a mulher discutia ao telefone dentro de um ônibus e quando desceu do coletivo encontrou com um motociclista que, aparentemente, era alguém conhecido. A discussão continuou e quando ela se preparava para deixar o local acabou baleada. O caso foi registrado por uma equipe da força-tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que iniciou ainda durante a noite a apuração. A principal linha de investigação é de crime passional.


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Comentários

Por Mário Tiburcio,17/02/2017

É ridículo dizer que estamos vivendo o país das desordens. A começar pelo próprio presidente, que não é legal e até imoral, advindo de um golpe de Estado financiado e alinhado com a grande mídia. Até quando os trabalhadores, principalmente as mulheres; terão que viver nessa insegurança absurda? Direitos humanos só para os humanos estes outros seres não deveriam ter nenhuma regalia. Todos os dias saímos de nossas casas para as nossas obrigações diárias e não temos o retorno dos impostos que nos são impostos, sem nenhuma contrapartida? Governador, pelo amor de Deus, saia dessa redoma e venha ver como o povo está tentando viver nessa GUERRA REAL. Nós também devemos ir as ruas e cobrar respeito e dignidade para os menos favorecidos. Políticos andam cheios de seguranças e os demais vivem no total abandono das autoridades. Carinhosamente, Mário Tiburcio.

Por Rosivaldo Alves,17/02/2017

É lamentável! Isso só vai acabar quando a população for pra rua com o intuito de acabar com essa banalidade com o trabalhador e com a hipocrisia com os bandidos. O STF concedeu indenização aos presos que se sentirem ofendidos e maus tratos.... E essa jovem? "que país é esse"...



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