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Violência

Assassinato de bailarina no Janga com indícios de crime passional

Caso foi registrado por uma equipe da força-tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

Publicado em 17/02/2017, às 00h06

Bailarina estaria discutindo ao telefone e logo depois encontrou o homem que a matou / Foto: Reprodução/ Facebook
Bailarina estaria discutindo ao telefone e logo depois encontrou o homem que a matou
Foto: Reprodução/ Facebook
JC Online

Uma personal trainer identificada como Gabriela Conceição Santiago, de 24 anos, foi baleada e morta na noite desta quinta-feira (17) na Rua Pedro Lins Moreira, no Janga, em Paulista, por um homem em uma moto que fugiu após o assassinato. A principal linha de investigação da polícia é de crime passional.

De acordo com testemunhas, Gabriela Conceição, que também atuava como professora de balé de crianças e adultos, discutia ao telefone dentro de um ônibus e quando desceu do coletivo encontrou com um motociclista que, aparentemente, era alguém conhecido. A discussão continuou e quando ela se preparava para deixar o local acabou baleada.

Investigações já começaram

O caso foi registrado por uma equipe da força-tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que iniciou ainda nesta noite a apuração do crime. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife.


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Comentários

Por Henry David Thoreau,18/02/2017

HOMICÍDIO é relativo ao ser humano como um todo e não ao assassinato de homens. Logo, não existe no Direito Penal a figura do "feminicídio". É HOMICÍDIO mesmo, no melhor português, na melhor técnica, numa análise semiótica da palavra. "Feminicídio" é invenção de quem pensa que homicídio é matar "hômi". Homicídio é um crime sem gênero, e que em casos de homens matando mulheres em razão de término de relacionamento ou ciúmes são considerados crimes passionais. Esses crimes não acontecem por ódio ao gênero feminino em si e sim por sentimentos que envolvem indivíduos – da mesma forma que uma mulher pode matar um homem pelo mesmo motivo. Se o feminismo supostamente é a “luta por igualdade de direitos entre os sexos”, por que mulheres precisariam de uma categoria especial entre os tipos de homicídio?! Lembrando que, de acordo com os dados do DataSUS, principal fonte de informações sobre óbitos no país, houve 56.212 homicídios em 2015, sendo 51.679 de homens (91,93%), 4.453 de mulheres (7,92%) e 80 de “ignorados” (0,15%).

Por Célia,17/02/2017

Não existe "crime passional", existe FEMINICÍDIO.

Por Marie,17/02/2017

Não está enfatizando, apenas a verdade..quem foi morta foi uma mulher, e por acaso vão dizer que foi um homem? Menos Anderson! Que o criminoso seja punido!!!É bom ler com atenção antes de comentar!

Por Francisco Vieira da Silva,17/02/2017

NÃO JULGUE SEM SABER. MUITOS HOMENS, PROVAVELMENTE VOCÊ É UM DELES, NÃO ACEITAM O FIM DE UM RELACIONAMENTO E FICAM PERSEGUINDO A EX. O QUE REVOLTA É QUE ELES DEVERIAM SE MATAR E NÃO SAIR MATANDO QUEM NÃO OS QUEREM MAIS. NINGUÉM É OBJETO. NINGUÉM É DE NINGUÉM.

Por Anderson,17/02/2017

Não entendo a necessidade de enfatizar o gênero feminino, quanto a esse assassinato. Quando um homem é assassinado, a chamada da matéria é "violência contra homem"? Depois vem falar de igualdade de gênero... Quanto ao crime, que esse covarde pague pelo que ele fez! Ademais, a criminalidade está sem controle!



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