Jornal do Commercio
Nazaré da Mata

Suposto envenenamento contra professora em Pernambuco é investigado

O principal suspeito do suposto envenenamento é um aluno de apenas 10 anos que teria colocado chumbinho na água da professora

Publicado em 31/08/2017, às 21h25

A professora teve que ser socorrida às pressas para o hospital da cidade / Foto: Divulgação SES
A professora teve que ser socorrida às pressas para o hospital da cidade
Foto: Divulgação SES
JC Online

A Polícia Civil em Nazaré da Mata, na Zona da Mata pernambucana, está investigando um suposto envenenamento contra uma professora do ensino fundamental nesta quinta-feira (31). O principal suspeito é um aluno de apenas 10 anos, que por ser menor de 12 anos não pode ser apreendido. Segundo as primeiras informações repassadas às autoridades, o menino teria colocado uma substância na garrafa de água da professora, supostamente chumbinho.

A mulher precisou ser encaminhada ao Hospital Regional Ermírio Coutinho, também em Nazaré da Mata. A vítima, que não será identificada, deu entrada na unidade por volta do meio-dia, passou por procedimentos médicos e foi liberada às 17h40 desta quarta. O hospital não especificou o quadro apresentado pela professora quando ela deu entrada para atendimento ou quais procedimentos médicos foram feitos na paciente.



Investigação

Embora a vítima ainda não tenha registrado a ocorrência, a polícia tomou conhecimento do caso no final da tarde e se dirigiu à escola para recolher a garrafa de água e submeter o material à análise. O delegado Rommel Ricardo, titular da Delegacia de Nazaré da Mata, também ouviu testemunhas sobre o suposto envenenamento. A polícia ainda deve ouvir o menino apontado como responsável pelo suposto envenenamento e, caso confirmado, os pais dele devem ser notificados. Ainda não há informações sobre as motivações do crime.

Posicionamento oficial

"A Polícia Civil de Pernambuco informa que já abriu inquérito para investigar um suposto envenenamento de uma professora em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado. Segundo testemunhas, a educadora passou mal após beber água durante uma aula. Agentes estiveram no local, colherem materiais e depoimentos. O delegado Rommel Ricardo, titular da Delegacia de Nazaré da Mata, está com a apuração do caso."


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Comentários

Por Icléa Queiroz,01/09/2017

Desde que a justiça se interpôs na educação das crianças, com o s eu blá blá de que os pais não podem dar um corretivo nos filhos, e ainda, a censura liberou geral todo tipo de filmes violentos pra qualquer horários, esses casos são corriqueiros, o que diga-se de passagem é absolutamente lamentável. Ao tirar o pátrio poder de educar os filhos, ficaram os pais sem condições até de dar um muxicão. No meu tempo, escreveu não leu levava uns bons cascudos, e não venham me dizer que não fui educada. Fomos 13 e todos aprendemos a respeitar os pais, os mestres, os idosos, os vizinhos e a todos. Educação é isso. Não digo que o garoto está correto. De forma alguma. Digo que a educação de hoje contribui e muito, para isso.

Por aliens,01/09/2017

Ouvi e já li em livros espíritas que a carne é nova, mas o espírito é velho.Daí a gente sermos pais e mães, para recebermos esse espírito e os educar e ensinar coisas boas e dar bons exemplos.Mas com tempos modernos, tvs, internet, jogos etc, a mente das crianças tão sendo deturpadas,e dos jovens também.

Por aliens,01/09/2017

Essa e a época do pode tudo. Pais liberais,pais que não educam, tvs que ensinam como roubar, trair,enganar,etc, nos seus noticiários, novelas, big brothers da vida etc. dá nisso

Por LMS,01/09/2017

Esse é o retrato do Brasil. Pais sem condições de nem se cuidar tendo filhos e incentivados pelo Bolsa Família. Do outro lado da moeda, impunidade ao nível máximo. Quer fazer um favor a este país? Não tenha filhos. Obrigada.

Por Visitanta,01/09/2017

Lá vem aquela conversa de "vítima da sociedade", de que o "ambiente é o culpado", etc. Mas os psiquiatras forenses não deixam dúvida, esse comportamento não tem cura. De qualquer maneira, tem que tratar o garoto, mas será que a família coopera?



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