Jornal do Commercio
Retorno

Município de Alagoinha volta a receber água nas torneiras

Após seis anos em colapso, por causa da seca rígida na região, os 15 mil moradores da região acordaram com água nas torneiras

Publicado em 16/12/2017, às 19h58

O objetivo das equipes é de restabelecer o fornecimento de água da cidade, até então assistida por carros-pipa / Foto: Divulgação/Compesa
O objetivo das equipes é de restabelecer o fornecimento de água da cidade, até então assistida por carros-pipa
Foto: Divulgação/Compesa
JC Online

O município de Alagoinha ganhou uma boa notícia neste sábado (16). Após seis anos em colapso, por causa da seca rígida na região, os 15 mil moradores da região acordaram com água nas torneiras. Depois de quase 50 dias de trabalho, os técnicos da Compesa conseguiram concluir os testes do sistema, que viabilizaram o retorno do atendimento pela rede de distribuição.

O objetivo das equipes é de restabelecer o fornecimento de água da cidade, até então assistida por carros-pipa. "Cumprimos assim o compromisso assumido pelo governador Paulo Câmara com a população de voltar a distribuir água para Alagoinha", afirma o presidente da Compesa, Roberto Tavares.



O centro de Alagoinha é a primeira área da cidade a receber água. Da Estação de Tratamento de Água-ETA-Pesqueira a água tratada segue até Alagoinha por um trecho novo da Adutora do Agreste, com cerca de 18 quilômetros de extensão, a partir da água armazenada na Barragem de Ipaneminha. O manancial ficou em colapso por seis anos consecutivos e voltou a acumular água no inverno deste ano." Precisamos realizar várias obras para viabilizar a volta da operação do sistema, uma ação que exigiu muito trabalho e dedicação das nossas equipes técnicas e operacionais e um período longo de testes”, esclareceu o diretor do Interior da Compesa, Marconi de Azevedo.

Fonte para outros municípios

Além dos 15 mil moradores de Alagoinha, a Barragem de Ipaneminha também é a única fonte de abastecimento de água para a população dos bairros Eucalipto, Loteamento Leonardo, Vila Anápolis, Santo Antônio, Bairro Central e José Rocha, em Pesqueira.


Palavras-chave

Recomendados para você


Comentários

Por Marcos Martins,17/12/2017

ATENÇÃO MEIOS DE COMUNICAÇÃO: A ZONA NORTE DO RECIFE, TEM SOFRIDO COM FALTA DE ÁGUA NAS TORNEIRAS, E, QUANDO CHEGA ÁGUA NÃO TEM PRESSÃO. NOS BAIRROS DE: CAJUEIRO,ENCRUZILHADA,PORTO DA MADEIRA,FUNDÃO E ADJACÊNCIAS, VEM SOFRENDO DESDE O FIM DE OUTUBRO. A COMPESA ALEGA QUE OS RESERVATÓRIOS QUE ABASTECEM AS ÁREAS ESTÁ COM BAIXO NÍVEL, PORÉM, NO SITE DA APAC, NA JANELA SOBRE MONITORAMENTO DAS BARRAGENS, TAPACURÁ ESTÁ COM 73,3% DA SUA CAPACIDADE, E PIRAPAMA COM 96,5% DE CAPACIDADE. O QUE NOS FAZ DESACREDITAR DAS "justificativas" DADAS PELO COMPESA. OU SEJA, DAS DUAS UMA, OU A COMPESA ESTÁ MAQUIANDO AS INFORMAÇÕES DO MONITORAMENTO DAS BARRAGENS, OU, ALGUÉM VAI QUERER TIRAR PROVEITO POLÍTICO PARA, EM 2018, MILAGROSAMENTE, TER ÁGUA EM ABUNDÂNCIA PARA GERAR VOTOS. PEDIMOS A COLABORAÇÃO DA IMPRENSA PARA INVESTIGAR E AJUDAR A POPULAÇÃO. OBRIGADO.



Comentar


Nome E-mail
Comentário
digite o código
Desejo ser notificado de comentários de outros internautas sobre este tópico.

OFERTAS

Especiais JC

Recife em Transformação Recife em Transformação
A cidade e o desafio de traçar o seu futuro
Zika em mil dias Zika em mil dias
Já se passaram quase 2 anos e meio desde que o JC anunciou a explosão de casos de recém-nascidos com microcefalia. Muitas dessas crianças já completaram os seus primeiros mil dias de vida. Famílias e especialistas revelam o que aconteceu nesse período
Logística e inovação Logística e inovação
Você sabe o que é logística? Ela parece invisível, mas está presente no nosso dia a dia, encurtando distâncias. Quando compramos uma maçã no supermercado, muitas vezes não nos damos conta do caminho que percorreu até chegar a nossas mãos

    SIGA-NOS

Jornal do Commercio 2018 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM