Artistas e representantes da Secretaria de Cultura do Recife se reuniram na última quarta-feira (15) à noite, no Teatro Hermilo Borba Filho, no Bairro do Recife, para discutir e debater as situações estrutural e técnica do Centro Apolo-Hermilo. Segundo a classe artística, o local está abandonado pela gestão municipal.
Na abertura do encontro, organizado pela sociedade civil, através do Facebook, no último domingo, e legitimado, na segunda-feira, pela Secretaria de Cultura, o artista Carlos Ferreira leu uma lista contendo algumas das principais dificuldades encontradas por atores e bailarinos que utilizaram recentemente o centro (composto pelos Teatros Hermilo e Apolo). O documento alega falta de recursos técnicos (sobretudo refletores cênicos e luzes) para execução dos espetáculos; sistema de som com problemas e falta de manutenção dos equipamentos técnicos e de equipe; e cobrança de pauta, sendo o local um centro de experimentação.
O presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, André Brasileiro, e a Secretária de Cultura, Simone Figueiredo estiverem presentes. Simone falou no final do debate prometendo já estar trabalhando para solucionar os problemas, garantiu a compra das lâmpadas dos dois teatros e do Barreto Júnior, e reiterou que está no cargo há apenas oito meses.
As sugestões dos artistas para o melhor funcionamento do Apolo-Hermilo, que incluem mais transparência e acessibilidade aos trabalhos do centro, foram listadas e vão compor um relatório que será entregue à Prefeitura do Recife, na próxima quarta-feira. A ideia é que o arquivo chegue às mãos dos candidatos a prefeito da cidade.
Leia a matéria completa no Caderno C deste domingo (19).
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