A memória e o futuro do audiovisual brasileiro são os temas de interesse da Mostra de Cinema Ouro Preto - a CineOP, que este ano chega a sua sétima edição. Durante seis dias - desta quarta-feira (20/06) até a próxima segunda, 70 filmes – entre longas, médias e curtas-metragens – serão exibidos, gratuitamente, em três espaços da histórica cidade mineira: o Centro de Artes e Convenções, a Praça Tiradentes e o Cine Vila Rica. Fundado em 1957, o cinema é uma referência entre as salas de que resistiram ao tempo no interior de Minas Gerais. Pela primeira vez, a reportagem do Caderno C vai cobrir o evento.
A mostra faz parte do programa Cinema Sem Fronteiras, realizado pela Universo Produções, que ainda engloba a Mostra Tiradentes e a Mostra Cine BH. Juntas, elas dialogam com três vertentes do cinema brasileiro: a produção contemporânea, a inserção no mercado e o patrimônio.
A obra e a atuação de Gustavo Dahl, morto no passado, e dos irmãos Roberto e Reginaldo Faria, que ao longos dos anos se envolveram na produção, distribuição e preservação do cinema nacional, vão nortear exibições e debates. Na abertura oficial, amanhã, será exibido o longa-metragem Pra frente, Brasil, de Roberto Farias, um drama que denunciou a tortura política no Brasil no final da década de 1960. Realizado em 1982, o filme consolidou o fim da censura no País.
Confira aqui a programação completa da 7ª CineOP.
Leia a reportagem completa na edição desta quarta-feira (20/06) no Caderno C, do Jornal do Commercio.
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