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CRÍTICA

Universo feminino é tema de Um amor em Paris

Filme estreia no Moviemax Rosa e Silva nesta quinta-feira (4/9)

Publicado em 04/09/2014, às 06h00

Isabelle Huppert e Jean-Pierre Darroussin em cena de Um amor em Paris / Tucumán Filmes/Divulgação

Isabelle Huppert e Jean-Pierre Darroussin em cena de Um amor em Paris

Tucumán Filmes/Divulgação

Ernesto Barros

O cineasta francês Marc Fitoussi está longe de ser um novo François Truffaut. Mas eles têm um ponto em comum: amam as mulheres sob todas as coisas. Pelo menos em dois filmes lançados no Brasil, Fitoussi apresenta um interessante retrato feminino, a partir de uma estreita colaboração com a atriz Isabelle Huppert.

Tanto em Copacabana (FRA/BEL, 2010) quanto em Um amor em Paris (La ritournelle, FRA, 2014), que estreia hoje no Moviemax Rosa e Silva, Isabelle interpreta uma mulher que, de tão comum, torna-se especial. No primeiro, exibido no Recife há menos de dois anos, ela faz uma mulher apaixonada por samba e bossa nova que sonha em conhecer o Rio de Janeiro.

No novo filme, ela é Brigitte, mulher de meia idade, mãe de um rapaz e casada com Xavier (Jean-Pierre Darroussin), fazendeiro da Normandia. Acometida de alergia no colo, Brigitte parece culpar o marido por seu desconforto.

Esse sentimento a leva a Paris, aparentemente para consulta médica. Lá encontra um ortodontista dinamarquês com quem passa algumas horas. A pequena aventura é suficiente para valorizar a vida, simples assim, ao lado do marido. 




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