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FRANKFURT

Dan Brown fala sobre o quinto livro com o simbologista Robert Langdon

Autor de O Código Da Vinci está na Alemanha para divulga Origem, já disponível nas livrarias brasileiras

Publicado em 12/10/2017, às 14h59

Dan Brown viaja para divulgar o livro Origem / Daniel ROLAND / AFP/Divulgação
Dan Brown viaja para divulgar o livro Origem
Daniel ROLAND / AFP/Divulgação
Estadão Conteúdo

O autor Dan Brown, 200 milhões de livros vendidos em 56 línguas, é o maior best-seller nesta edição da Feira do Livro de Frankfurt. Ele está na Alemanha para o lançamento de Origem, o quinto da série protagonizada por Robert Langdon e que já está disponível nas livrarias brasileiras.

Este novo livro, situado na Espanha, fala, mais uma vez, sobre religião e, também de novo, mais um segredo sobre a humanidade corre risco. O simbologista de Harvard tem pouco tempo para salvá-lo.

Foi ouvindo uma música, contou ele nesta quinta-feira (12/10), que começou a pensar em questões como "de onde viemos e para onde vamos". Então, ele quis, com o livro, responder se Deus pode sobreviver à ciência. "Historicamente, nenhum Deus sobreviveu. O que será que vai acontecer em 100, 500, mil anos?", questiona.



Religiões

Neste volume, o autor criou personagens de religiões diferentes. "Há cristãos, muçulmanos, judeus... É importante que a gente entenda que nossas religiões são mais parecidas do que diferentes. A diferença vem quando aparece a linguagem e a comunicação", ele disse.

Para o autor de O Código Da Vinci, o terrorismo não tem a ver com religião, mas, sim, com escassez e a injustiça social.

Ele também falou sobre o futuro e comentou que tende a ser otimista. "Temos toda a tecnologia para explodir o mundo e não o fizemos". Para ele, o desenvolvimento da inteligência artificial pode transformar o conceito de divino. "Nós vamos começar a encontrar nossas experiências espirituais por meio da conexão com o outro. Nossa necessidade por um deus exterior, que nos julga, vai diminuir e, eventualmente, desaparecer."

Brown, que revelou ser leitor apenas de livros de não ficção, disse não se preocupar com a crítica ou com prêmios. "Escrevo o livro que quero ler".

No sábado (14/10), à noite, ele volta à feira para um encontro com leitores.


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