O diretor executivo do Brasil e de mais oito países no Fundo Monetário Internacional (FMI), Paulo Nogueira Batista Junior, acredita que as medidas anticrise que estão sendo adotadas pelo governo até o momento não apresentam riscos para o cumprimento do superávit primário do País deste ano, cuja meta é de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB).
"A preocupação principal do governo é reativar a economia não só com incentivos fiscais, mas também por meio de crédito e redução de juros", afirmou o dirigente, durante mesa redonda sobre o posicionamento global dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O crescimento brasileiro deve atingir taxas de 4% a 4,5% nos próximos 18 meses, estimou Batista Junior. Otimista, o dirigente acredita que o efeito do juro mais baixo ainda não foi completamente sentido pela economia. Ele disse ainda que esta avaliação leva em conta o cenário atual, sem grandes "colapsos" na economia europeia e sem considerar a hipótese de uma nova rodada de estímulos por parte do governo, que vem sendo esperada para agosto.
Morre outra vítima de soro contaminado
Sport larga com derrota, a 5ª seguida
Ney Matogrosso traz Atento aos sinais, espetáculo com proposta dançante
PCdoB questiona Eduardo Campos
Ciclista que perdeu braço em atropelamento receberá implante biônico
Grand Siena ganha série especial caprichada
Torreão é opção para famílias Especiais JC