Jornal do Commercio
CONSUMO

Eletrodomésticos continuarão com IPI baixo

Governo garantiu manter alíquotas reduzidas para máquinas de lavar, tanquinhos e geladeiras

Publicado em 31/12/2013, às 14h01

Do JC Online

Apesar de o incentivo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos ser cortado a partir de 2014, a cobrança permanecerá reduzida para a maior parte dos eletrodomésticos da linha branca, segundo informações do Ministério da Fazenda divulgadas nesta terça-feira (31/12).

Desde fevereiro deste ano, o imposto vem sendo elevado gradativamente, mas ainda está abaixo das alíquotas originais, que eram de 15% para geladeiras, 20% para máquinas de lavar e 10% para tanquinhos.  A última vez que o IPI deles subiu foi em outubro passado - ficando em 10%, 10% e 5%, respectivamente - e havia expectativa de que fosse aplicada outra alta em janeiro. No caso dos fogões, a taxa já voltou aos 4% originais.

HIstórico - A primeira redução do IPI para a linha branca foi em abril de 2009, como forma de manter o consumo diante da crise financeira mundial de 2008. Em 2010, com as vendas em alta, os percentuais voltaram aos patamares antigos.

A economia brasileira desacelerou em 2011 e o imposto voltou a ser reduzido, porém sem o mesmo efeito de anos atrás: o aumento do endividamento da população limitou um novo ciclo de forte expansão das  compras.

Estratégia semelhante foi adotada para fomentar o comércio de móveis e automóveis, itens em que houve boa resposta. No entanto, diante da necessidade de elevar a arrecadação, o governo já anunciou que a partir desta quarta-feira (1º/01) o IPI cobrado sobre automóveis e móveis ficará mais alto. Para os carros 1.0, vai subir de 2% para 3% até 30 de junho de 2014. A partir daí, a previsão é de que o imposto suba para 7%, patamar que vigorava antes dos estímulos fiscais concedidos pelo governo. 

Contudo, o governo já ventilou a possibilidade de rever mais uma vez as taxas, tanto de móveis como carros, ou prorrogá-las por mais um período. 




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