Jornal do Commercio
FUNDO DE GARANTIA

Conselho do FGTS eleva limite para crédito imobiliário em 108 cidades

O valor dos imóveis financiados pelo FGTS varia de acordo com o tamanho das cidades e as regiões

Publicado em 06/12/2016, às 17h50

O objetivo foi fazer um ajuste de mercado, segundo a secretária nacional de habitação / Foto: Marcos Santos/USP Imagens
O objetivo foi fazer um ajuste de mercado, segundo a secretária nacional de habitação
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Estadão Conteúdo

O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (6) uma alteração no valor de imóveis financiáveis pelo fundo nos municípios com população entre 100 mil e 250 mil pessoas. Segundo o Ministério do Trabalho, a mudança atinge 108 municípios de diversas regiões do País.

O valor dos imóveis financiados pelo FGTS varia de acordo com o tamanho das cidades e as regiões onde elas se encontram. Na maior parte dos municípios, o teto do valor do imóvel financiado pelo fundo subiu de R$ 135 mil para R$ 170 mil em linhas especiais como o pró-cotista.

A secretária nacional de habitação, Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, explicou que o objetivo foi fazer um ajuste de mercado. "Estamos buscando promover contratações em municípios onde havia demanda, mas não havia teto compatível com essa demanda", afirmou.

Preço do imóvel

No mês passado, o governo decidiu elevar o valor do imóvel que pode ser comprado com recursos do FGTS, assim como o valor da casa própria que pode ser financiada dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) - modalidade de crédito que conta com juros mais baratos. A decisão foi tomada em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão que reúne os ministros da Fazenda e do Planejamento e o presidente do Banco Central.

 

Recomendados para você




Comentar


Nome E-mail
Comentário
digite o código
Desejo ser notificado de comentários de outros internautas sobre este tópico.

OFERTAS

Especiais JC

A crise que adoece A crise que adoece
Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção.
Agreste seco Agreste seco
A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária.
#PeloCaminhar #PeloCaminhar
Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar-se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar.

    LOCALIZAÇÃO

  • Rua da Fundição, 257 Santo Amaro, Recife - PE
    CEP: 50040-100
  • assinejc.com.br
  • (81) 3413-6100

    SIGA-NOS

Jornal do Commercio 2017 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM