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Banco e fundo de investimentos americanos ampliam crédito do Nubank

BGoldman Sachs, em conjunto com o fundo de investimento Fortress Investment Group, ampliaram a linha de crédito da empresa para R$ 455 milhões

Publicado em 18/08/2017, às 11h01

Nubank diz que mais de 8 milhões de brasileiros já pediram o cartão de crédito / Foto: Nubank/ Divulgação
Nubank diz que mais de 8 milhões de brasileiros já pediram o cartão de crédito
Foto: Nubank/ Divulgação
Do Estadão Conteúdo

A startup brasileira Nubank, que oferece um cartão de crédito controlado por aplicativo, anunciou nessa quinta-feira (17) que o banco norte-americano Goldman Sachs, em conjunto com o fundo de investimento Fortress Investment Group, ampliaram a linha de crédito da empresa para R$ 455 milhões.

O novo valor disponível para a companhia representa o terceiro aumento desde o acordo original do Nubank com o Goldman Sachs, de R$ 200 milhões, anunciado em abril de 2016.

"Basicamente, linha de crédito é um valor que o Goldman Sachs coloca à disposição do Nubank", afirmou o diretor financeiro do empresa, Gabriel Silva, em entrevista ao Estado. "Com esse dinheiro, pagamos os lojistas enquanto aguardamos os clientes pagarem a fatura referente às compras realizadas naquele mês."

Segundo Silva, a novidade é um indicativo de que o Nubank está se fortalecendo no mercado brasileiro - ainda que a mudança não altere a experiência do cliente final.



"O novo valor da linha de crédito que o Goldman Sachs colocou à disposição do Nubank nos dá um conforto maior para nossa estrutura de capital de crédito e, principalmente, nos dá mais espaço para criar novos planos de crescimento", afirma Silva.

ABRANGÊNCIA

Até hoje, o Nubank diz que mais de 8 milhões de brasileiros já pediram o cartão de crédito Nubank - a empresa não revela o número de clientes ativos. A fila de espera pelo cartão é de mais de 500 mil pessoas.

A startup brasileira já levantou quase US$ 180 milhões em cinco rodadas de investimento, lideradas por fundos como Sequoia Capital, Tiger Global, Founders Fund, Kaszek Ventures, QED Investors e DST Global. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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