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SAÚDE

ANS dá sinal verde a planos de saúde populares

ANS divulgou relatório sobre planos de saúde populares

Publicado em 14/09/2017, às 11h05

ANS dá sinal verde para a coparticipação / Foto: Marcos Santos/USP
ANS dá sinal verde para a coparticipação
Foto: Marcos Santos/USP
Estadão Conteúdo

Documento aprovado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre caminho para que planos de saúde acessíveis (com mensalidades mais baixas e cobertura reduzida) sejam vendidos no País. Fruto de análise feita por grupo de trabalho convocado pela ANS, o relatório diz não haver obstáculos para os principais pontos sugeridos para esses planos

A ANS dá sinal verde para a coparticipação (um valor que usuários devem pagar todas as vezes em que usam os serviços do plano) e para acabar com a exigência de que planos ambulatoriais garantam a internação de emergência a seus usuários nas primeiras 24 horas.

"O relatório da ANS demonstra que os planos acessíveis podem ser implementados pelo mercado, sendo de livre escolha do consumidor optar pela adesão", informou, em nota, o ministro da Saúde, Ricardo Barros. "Tratam-se se ações previstas em resoluções e práticas do mercado. A ANS, portanto, deve garantir a qualidade desses produtos ofertados."



Barros propôs os planos acessíveis que, em sua avaliação, podem trazer benefícios também para o Sistema Único de Saúde (SUS). Quanto mais pessoas ingressarem nos planos de baixo custo, prevê ele, melhores serão as condições do SUS para terapias mais complexas.

A ideia tem sido criticada por especialistas. O argumento é o de que planos mais restritos têm alcance limitado e empurram ao SUS procedimentos mais complexos - e caros. Não haveria, portanto, economia para o SUS os usuários teriam gastos desnecessários, com falsa sensação de segurança.

Procurada nesta quarta-feira (13) para comentar o relatório, a ANS não se manifestou até a publicação desta matéria.


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Comentários

Por J.Alves,15/09/2017

A ANS É MAIS UM PINDURICALHO QUE FOI CRIADO UNICA E EXCLUSIVAMENTE PARA SERVIR DE CABIDE DE EMPREGOS PARA OS CUPIXAS DOS POLÍTICOS, TAL QUAL A ANEL, ANATEL E OUTRAS MAIS.

Por Brasil Corruptus,14/09/2017

Agora é que a coisa vai "melhorar" mesmo. Comércio puro. Com uma bancada parlamentar federal enorme defendendo os interesses dos "empresários" da saúde, vão se ferrar médicos (ou todos os profissionais de saúde) e usuários (os pacientes), transformando saúde em lucros. Uma hora este sistema explode e vai voar merda para todo o lado.

Por Paulo,14/09/2017

A ideia de um sistema universal de saúde para tratar qualquer doença é tão inviável, que me espanta haver quem defenda essa tese. O resultado são tratamentos caríssimos pagos para quem pode contratar bons advogados e multidões morrendo por doenças triviais nas portas dos hospitais públicos.

Por Antonio Urbano do Amaral Barros ,14/09/2017

O Brasil adora criar atalhos que nos levam ao mesmo lugar. Com saúde não se brinca. Se o Governo não tem competência que não se estabeleça. Já tivemos alguns planos de saúde que comercializavam planos mais baratos e com atendimento restrito e com co-participação. A Justiça destruiu tudo e esses planos "acessíveis" simplesmente desapareceram. O que vocês acham que vai acontecer se esses plano acessíveis forem implementados?????

Por Francisco Gomes de Moura,14/09/2017

Endosso com todas as letras o comentário do JOSÉ a seguir: A ANS não regula aumentos dos planos empresariais e de adesão, que tem reajustes de mensalidades que são um verdadeiro assalto ao bolso do consumidor. Não satisfeita, ou ainda por incompetência ou má fé mesmo, utiliza a média destes reajustes escandalosos para definir o reajuste das mensalidades dos planos privados, que ela pseudo-controla. Isto faz, por exemplo, que nos últimos três (3) anos estes reajustes "controlados" pela ANS aculumassem mais de 50% de aumento. Então fica a pergunta: por que a ANS não é extinta????



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