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Venda

Últimos bens da Suape Têxtil serão leiloados por R$ 7,1 milhões

Inova Leilões vai promover a venda nos dias 31 de agosto de 11 setembro

Publicado em 12/08/2017, às 07h00

Prioridade é vender os bens em conjunto / Pixabay
Prioridade é vender os bens em conjunto
Pixabay
Da Editoria de Economia

Os últimos bens da extinta Suape Têxtil - fábrica que funcionou durante 20 anos no Cabo de Santo Agostinho - vão a leilão nos dias 31 de agosto e 11 de agosto. O valor de avaliação de um imóvel e mais seis lotes de móveis, máquinas e equipamentos está calculado em R$ 7,1 milhões. A empresa foi a primeira de Pernambuco a se beneficiar da Lei de Recuperação e Falências (11.151), em 2007, mas não conseguiu cumprir o plano e decretou falência em 2010, com um passivo estimado em R$ 150 milhões.

Em 2014 foi realizado um leilão para a venda de dois imóveis e vários lotes. No ano passado foi realizado outro, mas não apareceram interessados. “A dificuldade foi o valor, que estava calculado em R$ 12 milhões e foi considerado alto pelo mercado. Foi realizada uma nova avaliação e o valor sofreu um deságio, caindo para R$ 7,1 milhões”, observa o leiloeiro Diogo Martins.
O edital está disponível no site www.inovaleilao.com.br. O leilão será presencial e eletrônico, com endereços no Fórum Dr. Humberto da Costa Sobrinho, no Cabo de Santo Agostinho, ou no site da Inova Leilão.



O primeiro leilão, programado para o dia 31 de agosto, terá lance inicial de R$ 7.173.577,00 (pelo valor de avaliação do imóvel e dos lotes). A segunda tentativa de venda, marcada para 11 de setembro, será baseada na maior oferta de venda, não podendo ser inferior a 60% do valor para o imóvel e de 50% para os demais lotes. A prioridade é vender tudo num mesmo pacote, mas os bens também poderão ser desmembrados.

PASSIVO

A expectativa é de que o dinheiro da venda seja destinada ao pagamento de credores, sobretudo os trabalhistas. O advogado do escritório do Administrador da Falência, João Alves, diz que o passivo trabalhista estava calculado em R$ 28 milhões, mas que foram pagos R$ 11 milhões. Mesmo que a venda seja realizada pelo valor de avaliação, os recursos não serão suficientes para sanar o passivo.


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