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A importância dos volantes para Náutico, Sport, Santa e Salgueiro

A posição está em alta no futebol moderno

Publicado em 20/03/2017, às 10h38

Com Elicarlos e David em campo, o Santa jogou bem. Quando Gino entrou, o time caiu. / Jc Imagem
Com Elicarlos e David em campo, o Santa jogou bem. Quando Gino entrou, o time caiu.
Jc Imagem
Carlyle Paes Barreto

Um bom goleiro, um artilheiro, um estiloso camisa 10. Espinha dorsal de qualquer time que almeje títulos. Sempre foi assim no futebol. Mas agora uma nova posição está em alta. Quase sempre relegados a segundo plano, os volantes estão ditando o ritmo das equipes. A rodada do final de semana do Pernambucano foi mais um exemplo.

Líder disparado do Estadual, o Salgueiro tem três volantes que estão fazendo a diferença numa competição nivelada por baixo. Pela experiência e entrosamento de Rodolfo Potiguar, Moreilândia e Toty dão suporte ao estilo marcação-contra-ataque do Carcará.

Abatido por ele no Sertão, o Náutico marcou de forma errada e não conseguiu propor jogo. Não por coincidência, porque seus volantes jogaram mal. Sem um substituto à altura de Marco Antônio, ficou sem saída de jogo.

TRICOLOR E RUBRO-NEGRO

No Arruda, na goleada sobre o desmantelado Central, o Santa alternou bons e maus momentos. Com Elicarlos e David em campo, jogou bem. Quando Gino entrou, o time caiu. Irregularidade que vem desde o início do ano. Mesmo com os titulares atuando.

Já o Sport jogou com a garotada. Criou e desperdiçou oportunidades. Mas sem os marcadores do meio de campo contribuindo na armação. Talvez o ponto fraco do grupo. Restrito ao bom Rithely. Que não tem um companheiro à altura.


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