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CLÁSSICO DAS EMOÇÕES

Náutico e Santa Cruz se reencontram com caras novas

Desde o último duelo, as duas equipes tiveram os seus elencos reformulados

Publicado em 14/07/2017, às 06h53

Erick e Tiago Costa disputaram o último clássico entre Náutico x Santa Cruz / Foto: JC Imagem
Erick e Tiago Costa disputaram o último clássico entre Náutico x Santa Cruz
Foto: JC Imagem
Diego Toscano e Filipe Farias
esportes@jc.com.br

Pouco mais de dois meses após o último encontro, Náutico e Santa Cruz se enfrentam amanhã, pela Série B, com times bem diferentes da disputa do terceiro lugar do Pernambucano. De um lado, o Timbu permanece com apenas três titulares da derrota por 2x1 na Arena de PE, no dia 6 de maio. Já o Santa, apesar de não ter mexido tanto na equipe, começou nova caminhada com Givanildo Oliveira e contratou vários jogadores.

Depois das eliminações no Estadual, Nordestão e na Copa do Brasil, a diretoria alvirrubra fez uma reformulação no elenco para a disputa da Série B. Foram contratados 18 reforços (inclusive dois treinadores: Waldemar Lemos e Beto Campos) e 15 atletas deixaram o clube. Com tanta mudança, apenas o goleiro Tiago Cardoso, o volante Darlan e o atacante Erick seguem como titulares em relação ao último Clássico Emoções.

Apesar de o time do Náutico ainda carecer de entrosamento, os recém-chegados ao clube não vê o Santa Cruz com vantagem por ter mantido a base. “Dentro das quatro linhas não tem time favorito para ganhar o clássico”, disparou o meia Diego Miranda. “Clássico é um jogo a parte. Não vejo vantagem do Santa Cruz nesse ponto de manter a base ou não. É motivação e clima de rivalidade mesmo”, complementou o lateral-direito Léo.



TRICOLOR

No Santa Cruz, o começo da Série B até iludiu, mas as derrotas apareceram e o time teve que ser remodelado. Ao todo, nove jogadores chegaram para a Série B: o zagueiro Sandro, o lateral Alex Travassos, os volantes Derley e Kelvy, os meias João Paulo e Léo Lima e os atacantes Ricardo Bueno, Augusto e Bruno Paulo. No comando técnico, saiu Vinícius Eutrópio, hoje na Chapecoense, e entrou Givanildo Oliveira, ex-Ceará.

Mesmo com essas mudanças, os jogadores não acreditam que o time modificou tanto, principalmente no jeito de jogar. “A Série B é muito equilibrada. Uma derrota te deixa na zona (de rebaixamento), uma vitória vai pro G-4. Estamos adquirindo um nova postura com Givanildo, pediu muita disposição do grupo logo quando chegou. Para quem almeja estar lá em cima sempre, tem que ter esse pensamento mesmo. Mas o objetivo do Vinícius (Eutrópio) também era o G-4, assim como com Givanildo. Não mudou muita coisa”, explicou o lateral Tiago Costa.


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