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OBSTÁCULO

Náutico não tem se dado bem contra ex-técnicos alvirrubros na Série B

Em nove confrontos, o Timbu só venceu duas contra os ex-treinadores do clube

Publicado em 12/10/2017, às 07h09

Náutico vai se reencontrar com Lisca (treinou o Timbu em 2014 e 2015), que estreia no comando do Guarani / Foto: Guarani/ divulgação
Náutico vai se reencontrar com Lisca (treinou o Timbu em 2014 e 2015), que estreia no comando do Guarani
Foto: Guarani/ divulgação
Filipe Farias
Twitter: @_filipefarias

Encontrar velhos conhecidos não traz boas recordações ao Náutico nessa Série B. Em nove oportunidades que duelou com ex-treinadores alvirrubros, o Timbu só conseguiu vencer dois confrontos – diante do ABC, de Geninho, e do Figueirense, de Milton Cruz. Depois foram só tropeços. Empatou três partidas em casa (Oeste, Juventude e Santa Cruz, comandados por Roberto Cavalo, Gilmar Dal Pozzo e Givanildo Oliveira, na ordem) e perdeu outras quatro: Ceará, na época treinado por Givanildo; CRB, de Dado Cavalcanti; Oeste, de Cavalo; e Goiás, de Hélio dos Anjos, rendendo um aproveitamento de apenas 33% diante de ex-técnicos que passaram pelo clube.

No próximo sábado um novo reencontro. Desta vez, o Náutico terá Lisca pela frente, que fará sua estreia no comando-técnico do Guarani. Nas últimas 15 rodadas da Segundona, a equipe campineira venceu apenas um jogo, com seis empates e oito derrotas. Apesar dos números negativos do Bugre, Lisca se agarra ao fato de nunca ter perdido quando enfrentou o Timbu. Em dois confrontos contra os alvirrubros, o técnico gaúcho conseguiu dois empates: em 2014, quando treinava o Sampaio Corrêa, e em 2016, à frente do Joinville – ambos os duelos foram pela Série B. E, no que depender dele, essa invencibilidade permanecerá.

“Estou assumindo um time que está com dificuldade de vencer, mas que a partir de agora pode voltar a somar três pontos. Pra isso, temos de nos organizar. O Guarani é um clube grande, com bons jogadores, mas que ainda carece de uma cara de time. Precisamos jogar coletivamente. Se não mudarmos isso vamos cair. Os números mostram isso”, declarou Lisca, que teve duas passagens pelo Náutico, nas temporadas 2014 e 2015.



SUPERAÇÃO

Ciente da dificuldade de encarar uma equipe tão desesperada quanto o Timbu, e que ainda conta com um treinador que conhece muito bem o clube alvirrubro, o atacante Dico espera superar o Guarani com bastante entrega e determinação dentro de campo.

“Nunca trabalhei com Lisca, mas creio que ele deve saber algumas coisas positivas do nosso time. Ele já deve ter estudado bastante a nossa equipe e deve entrar com uma marcação forte, pois sabe que o campo em Caruaru não ajuda muito. O jeito é encarar esse jogo como o mais importante das nossas vidas, passar por cima de todas as dificuldades e entrar pra vencer”, falou.


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