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Copa do Nordeste

Primeira pressão do Náutico em 2018 é no ataque

Equipe precisa marcar gol para vencer o Itabaiana e avançar na Copa do Nordeste

Publicado em 12/01/2018, às 08h06

Jejum neste início da temporada preocupa o ataque alvirrubro / Léo Motta/JC Imagem
Jejum neste início da temporada preocupa o ataque alvirrubro
Léo Motta/JC Imagem
Diego Toscano
Twitter: @diegotoscanoo

O momento nem era para ser de pressão, mas é. No próximo sábado (13), o Náutico faz o primeiro jogo do ano já na segunda partida da temporada. Precisa vencer o Itabaiana, de Sergipe, para se classificar para a fase de grupos da Copa do Nordeste e garantir R$ 500 mil de cota de participação. A verba é importante em um ano de poucas receitas pela queda para a Série C. E a panela de pressão já escolheu seu primeiro “produto”: o ataque. Até agora, entre jogos-treinos e duelos oficiais antes e depois da pré-temporada, foram cinco jogos. Em quatro deles, o Timbu passou em branco.

Nos dias 21 e 28 de dezembro, o Náutico fez dois jogos-treinos contra o sub-20. Em ambos, ficou no 0x0. O segundo, porém, foi apenas com reservas, já que os titulares ficaram fazendo trabalhos na academia do hotel. No dia 29, outro 0x0, desta vez contra o Auto Esporte (PB). Foi o último jogo-treino antes da estreia contra o Itabaiana, em outra igualdade sem gols pela fase classificatória da Copa do Nordeste. A única vitória foi no dia 22/12. Triunfo por 2x0 contra o Centro Sportivo Paraibano (CSP), gols de Hayllan, que não passou nos testes e deixou o clube, e Wágner Lauretti.

Único jogador que já marcou gols e permanece no Timbu, Lauretti sabe da pressão por balançar as redes. Principalmente por jogar logo uma decisão contra o Itabaiana no sábado (13), na Arena de Pernambuco. “De certa forma existe pressão pros gols saírem. A gente precisa da vitória”, afirmou o jogador, que começou entre os titulares no coletivo da última quinta (11), no CT Wilson Campos.



“É uma oportunidade única. Cheguei de clube pequeno (4 de julho, do Piauí) e ter chance num grande como o Náutico me faz feliz demais. É agarrar com todas as forças a oportunidade e, se realmente começar o jogo, dar tudo de mim dentro de campo”, complementou. Para balançar as redes, porém, não adianta se lançar todo para o ataque. Principalmente porque, se tomar um gol, novo empate não basta para o Timbu avançar de fase.

PRESSÃO

“A gente precisa fazer gols e sabemos disso. Mas não adianta querer fazer de qualquer forma. A gente está trabalhando e sabemos que precisamos melhorar. Se não for no sábado, estamos fora. Mas não adianta se afobar. Contra o Itabaiana, tivemos dois contra-ataques que poderiam ter matado o jogo. Tem que ter calma, tranquilidade e, no momento certo, definir a melhor jogada para concluir em gol”, afirmou o capitão Hygor, que não aprovou o primeiro compromisso do Timbu em 2018.

"Entrega não faltou e isso é um ponto positivo. Mas realmente fiquei muito chateado com a parte técnica. A gente não jogou. O Náutico é favorito onde for jogar esse ano. Mas temos que demonstrar esse favoritismo. Agora, dentro da Arena, essa responsabilidade dobra. Temos que ter inteligência para não perdemos o jogo", finalizou o volante.


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