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ESCÂNDALO DE DOPING

Comitê Paralímpico Internacional decide manter suspensão da Rússia

Entre os requisitos estipulados estão a necessidade de obter uma licença especial provisória, além da realização de exames antidoping, dentro de critérios estabelecidos pelo organismo

Publicado em 07/09/2017, às 12h19

Os atletas do país, no entanto, poderão competir como neutros nas competições classificatórias para os Jogos de Inverno de PyeongChang, em 2018 / Foto: Miriam Jeske / brasil2016.gov.br/ HeusiAction
Os atletas do país, no entanto, poderão competir como neutros nas competições classificatórias para os Jogos de Inverno de PyeongChang, em 2018
Foto: Miriam Jeske / brasil2016.gov.br/ HeusiAction
ABr

O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) decidiu manter nesta quinta-feira (7) a suspensão ao Comitê Paralímpico Russo, devido escândalo de doping que explodiu após a publicação do relatório McLaren. As informações são da Agência EFE.

Os atletas do país, no entanto, poderão competir como neutros nas competições classificatórias para os Jogos de Inverno de PyeongChang, em 2018, a partir do cumprimento de condições exigidas pelo IPC.

Entre os requisitos estipulados estão a necessidade de obter uma licença especial provisória, além da realização de exames antidoping, dentro de critérios estabelecidos pelo organismo, ou seja, duas vezes nos seis meses que antecedem grandes eventos.



O Comitê Paralímpico Internacional divulgou ainda que "sob nenhuma circunstância permitirá que funcionários, membros ou outros representantes do governo russo, ou autoridade do comitê local, de estarem nos Jogos de Inverno".

"Não queremos ter uma situação em que os atletas russos não possam se classificar, se o Comitê cumprir com critérios de reinstalação. Por isso, iniciamos uma medida provisória limitada, que durará, ao menos, até a próxima revisão do caso, em novembro", afirmou o presidente do IPC, Philip Craven.

Suspensão

O Comitê Paralímpico Internacional suspendeu a Rússia em agosto de 2016, devido a conclusões do relatório independente feito pelo professor canadense Richard McLaren, a partir da Agência Mundial Antidoping (WADA), que apontou para um esquema de uso de substâncias ilegais patrocinado pelo estado.


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