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Moura Dubeux vai erguer 100 prédios em Jaboatão

Villa Natal vai ter apartamentos custando cerca de R$ 98 mil

Publicado em 03/05/2012, às 00h10

Viviane Barros Lima

Cada etapa do empreendimento terá sua área de lazer. / Divulgação

Cada etapa do empreendimento terá sua área de lazer.

Divulgação

Uma enorme área no bairro de Socorro, em Jaboatão dos Guararapes, vai ganhar um novo perfil. Um terreno, onde hoje estão inúmeras árvores, um lago e uma casa antiga, vai abrigar, dentro de mais ou menos seis anos, 100 prédios com apartamentos do Minha casa, Minha vida (MCMV).

A Moura Dubeux, em conjunto com a MRV Engenharia, quer emplacar um novo conceito de moraria popular com o Reserva Villa Natal, empreendimento que será divulgado durante o Feirão da Casa Própria, que começa amanhã e vai até domingo, no Centro de Convenções, em Olinda. O residencial ainda não está com a documentação completa, e durante o feirão, a empresa não vai vender as unidades, mas fará um cadastramento dos interessados.

O empreendimento deve ter sucesso por causa de um conjunto de fatores que o tornam atraente para os compradores. Duas das causas são condições básicas para o sucesso de um residencial popular: o preço e uma localização próxima de opções de transporte público.

“Quando vamos vender um apartamento para a classe A, os compradores pensam logo na localização e nas características especiais do projeto. Já no empreendimento popular, o que vale para o comprador é o preço. Esse é o primeiro quesito que ele olha na hora de decidir pela compra”, explica o gerente comercial da Moura Dubeux, Tony Vasconcelos.

Ele informa que o preço médio dos apartamentos vai ser de R$ 98 mil. A meta é conquistar um público que tem uma renda familiar variando de R$ 1.200 a R$ 2.500. “Para quem ganha até R$ 1.800, o subsídio do governo federal é de R$ 17 mil. Esse valor é descontado do preço. O desconto deixa o imóvel muito acessível”, diz.

A taxa de juros é de 4,5% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). O prazo de pagamento é de 30 anos e o financiamento chega a 95% do valor do imóvel. Para quitar o restante, o trabalhador pode usar o dinheiro da sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A taxa do MCMV para quem ganhar até R$ 3.100 não foi reduzida junto com as outras tarifas cobradas pela Caixa Econômica Federal, que caíram até 21%, na semana passada. A União acredita que as taxas do programa já estão muito baixas.

No quesito localização-transporte público, a empresa comprou um terreno de 37 hectares que fica bem próximo de duas estações de metrô: Floriano e Engenho Velho. Uma das vantagens usadas para convencer os futuros compradores é o fato de se gastar menos de meia hora entre o Centro do Recife e o empreendimento se o metrô for usado. De carro, o percurso duraria, no mínimo, o dobro do tempo. O projeto vai ser erguido na Avenida General Manoel Rabelo, continuação da Avenida José Rufino.

Os apartamentos são compactos, na linha do MCMV, e têm 43 metros quadrados. Vão contar com dois quartos, um banheiro, varanda, cozinha e área de serviço. As unidades terão uma vaga de garagem. Somente na primeira etapa do empreendimento são 400 apartamentos. Ao todo, são nove etapas com um número parecido de unidades.

Os prédios serão sempre com quatro pavimentos, sendo térreo e três andares. Cada piso pode ter 8, 10 ou 12 apartamentos. Cada etapa do empreendimento terá sua área de lazer com piscinas adulto e infantil, minicampo gramado, playground, salão de festas, redário, sala de ginástica fechada e uma área para exercícios ao ar livre, além de gazebo.

Todo o empreendimento vai ser contemplado por uma ciclovia que será construída ao lado da via de asfalto que dará acesso a todos os blocos. Logo na entrada do residencial, as construtoras vão disponibilizar um bloco de lotes comerciais que deve abrigar serviços como padaria, farmácia, mercadinho, cabeleireiro, posto de combustível, loja de conveniência, entre outros.

“O padrão do empreendimento está bem distante das construções populares das décadas passadas, como o Curado e Marcos Freire, por exemplo. Antes, a construção era desordenada e muita gente fez puxadinhos nos apartamentos ou então usou a garagem para montar um pequeno negócio. O Reserva Villa Natal tem o preço popular, mas o restante é de primeira linha. O acabamento é muito bom e a administração será feita por uma empresa competente”, explica Vasconcelos.

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Comentários

Por Manoel Francisco Gomes,16/05/2013

Alguém está surpreso com o atraso ? Comprr apartamento na planta é uma das piores decisões que se pode tomar. Já sofri prejuízos do tipo. Não compro nada na planta. Desejo sorte aos que se arriscaram. Não deixem de observar as diferenças entre o oferecido em caríssima campanha publicitária e o que realmente for entregue. Cobrem seus direitos.

Por Diego,16/05/2013

Luciara, também comprei e tem um grupo no face dos futuros moradores. Estamos combinando de no próximo sábado às 10:00h estarmos lá para questionar quanto a demora do início da obra e fazer pressão. Ainda não me arrependi pois não tenho pressa em receber, mas quero ver ao menos começar as obras.

Por Luciara,16/05/2013

Comprei um apartamento no VILA NATAL, e já estou arrependida, pois não começou nada ainda, nem a FUNDAÇÃO um absurdoooooooooooooooo!!!

Por josivaldo ,25/01/2013

no meu caso, tenho uma empresa, e gostaria se a empresa contrata sub empreiteiro? ficarei esperando uma resposta. grato jsl construções ltda tel,9999 7191 9167 2286, 8288 9862,8705 8824

Por BENEDITO,13/06/2012

As construtoras deviam investir além de área de lazer em outros itens importantes, como um sobre piso de polietileno que projeto acusticamente, e uma mulher pode andar de salto alto no andar de cima quenão incomoda o morador de baixo. O custo adicional disto em um aptº de 70 m2não sai por mais de R$ 700,00 (Setecentos reais), isto mesmo no máximo R$ 10,00 reais por m2.

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