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INVESTIMENTO

Governo anuncia reaplicação de R$ 1,7 bilhão na saúde

Segundo o Ministério da Saúde, a redução nos gastos foi proveniente de uma renegociação de contratos da área

Publicado em 13/07/2017, às 12h40

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente liberou até o momento mais de R$ 6,2 bilhões em emendas parlamentares destinadas à área / Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente liberou até o momento mais de R$ 6,2 bilhões em emendas parlamentares destinadas à área
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
ABr

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (13) a reaplicação de R$ 1,7 bilhão para o custeio e o investimento em saúde, após ter promovido uma redução de R$ 3,5 bilhões nos gastos da pasta ao longo do último ano.

Segundo o Ministério da Saúde, a redução nos gastos foi proveniente de uma renegociação de contratos da área, sobretudo os de compra de medicamentos, vacinas e insumos. O recuo médio foi de 20% nos custos das contratações.

Do valor anunciado para ser reaplicado, R$ 771,2 milhões serão utilizados no custeio da atenção básica de saúde, enquanto os R$ 1 bilhão restantes serão destinados à compra de ambulâncias e vans.



Investimento

Mais de R$ 500 milhões da quantia destinada ao investimento serão repassados diretamente a 1.787 municípios, para a compra de 6,5 mil ambulâncias. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, em solenidade que reuniu dezenas de secretários municipais de Saúde e que contou com a presença do presidente Michel Temer.

“Para que a União seja forte, é preciso que os municípios sejam fortes... quero homenagear também o Congresso Nacional, se não fosse a ação conjunta do Congresso Nacional com o Executivo, nós não teríamos chegado onde chegamos”, disse o presidente. “Estamos, em 14 meses, fazendo o que se faria em 4, 5 ou 6 anos. Imagina o que faremos com mais um ano e meio”, acrescentou.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente liberou até o momento mais de R$ 6,2 bilhões em emendas parlamentares destinadas à área. “O presidente nos tem permitido contrariar interesses para prestar um melhor atendimento de saúde ao povo brasileiro”, disse.


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