Jornal do Commercio
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Presidente da Caixa nega intenção de contratar bancários sem concurso

O banco apenas cumpriu uma obrigação legal ao mudar o regulamento interno

Publicado em 10/08/2017, às 18h28

“Foi muito mais uma adequação à legislação
“Foi muito mais uma adequação à legislação", declarou Gilberto Occhi
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Agência Brasil

A Caixa Econômica não tem, no momento, a intenção de contratar trabalhadores terceirizados para executar as atividades-fim do banco, disse o presidente da instituição financeira, Gilberto Occhi. De acordo com ele, a mudança no regulamento interno da Caixa que abre brecha para esse tipo de contratação representou apenas uma adequação à nova legislação trabalhista.

“Essa mudança na regulamentação foi muito mais para adequar a legislação aprovada às regras da Caixa. Não significa dizer que temos intenção. Momentaneamente, não há intenção da Caixa de fazer nenhuma contratação terceirizada para algum tipo de posto de trabalho dentro do banco”, declarou Occhi após participar da cerimônia de assinatura da distribuição de parte dos lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço aos trabalhadores.

Segundo Occhi, o banco apenas cumpriu uma obrigação legal ao mudar o regulamento interno. “Foi muito mais uma adequação à legislação. Isso é uma obrigação legal, normativa que a Caixa deveria adotar”, declarou.



Na semana passada, a Caixa alterou o regulamento interno para criar a figura do bancário temporário, que poderia executar tanto atividades-meio (administrativas) como atividades-fim (serviços bancários) e ser contratado sem concurso público. Segundo o documento, essa categoria teria atribuições equivalentes às do cargo de técnico bancário, previstas em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços temporários.

Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), criticou a decisão. Para a entidade, o cargo de bancário temporário representa corte de direitos e criação de subemprego, “com menores salários e nenhum direito”.


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