Jornal do Commercio
NOVA ZELÂNDIA

Cachorro farejador de bombas é morto pela polícia em aeroporto

Grizz, de 10 meses, estava sendo treinado para detectar explosivos quando escapou dos treinadores e foi parar na área da pista

Publicado em 17/03/2017, às 19h46

Grizz estava a seis meses de finalizar o treinamento / Foto: Aviation Security Service of New Zealand/Handout via Reuters
Grizz estava a seis meses de finalizar o treinamento
Foto: Aviation Security Service of New Zealand/Handout via Reuters
JC Online

Um cachorro detector de bombas foi morto pela polícia da Nova Zelândia nesta sexta-feira (17). Grizz, de 10 meses, estava sendo treinado para detectar explosivos quando escapou dos treinadores e foi parar na área da pista. O animal estava a seis meses de finalizar o treinamento. A saída, segundo termo utilizado por um porta-voz do aeroporto, foi 'destruir o cão'.

"Tentamos de tudo: comida, brinquedos, outros cachorros, mas nada funcionou. Nessas circunstâncias difíceis, o time do Centro de Operações de Emergência decidiu destruir o cão", afirmou o porta-voz.

Segundo a rede CNN, a equipe de funcionários do aeroporto relatou que dezesseis voos foram atrasados antes que o aeroporto concedesse autorização para que a polícia disparasse contra Grizz.

Defesa

Uma organização de defesa dos animais condenou a execução do animal, questionando por que o cachorro não foi imobilizado com tranquilizantes.

Um porta-voz da Autoridade de Aviação Civil (CAA) retrucou dizendo "não acreditar" que essa fosse uma opção viável. Através de sua conta no Twitter, o aeroporto de Auckland inicialmente divulgou que tinha capturado o cão, antes de informar, uma hora mais tarde, que ele tinha sido executado. 

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Comentários

Por Joselita Motta,17/03/2017

Infelizmente, os humanos não tem amor pelos animais. Eles podiam lançar um tranquilizante, mas, optaram por matar o animal que, com certeza deu tanta alegria para eles. Os humanos de hoje, só pensa em matar, matar e matar. Voltamos aos tempos dos BÁRBAROS, a idade média. Naqueles tempos, eles não tinham cultura, hoje tem, e matam por prazer.



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