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DIPLOMACIA

UE reforça sanções contra Pyongyang por testes de mísseis

Outras sanções também atingem a comercialização de armas da Coreia do Norte

Publicado em 14/09/2017, às 14h35

As sanções já haviam sido decretadas em razão do disparo e um míssil / Foto: AFP
As sanções já haviam sido decretadas em razão do disparo e um míssil
Foto: AFP
AFP

A União Europeia (UE) aprovou nesta quinta-feira (14) novas sanções contra setores estratégicos da Coreia do Norte, as quais já haviam sido decretadas pelas Nações Unidas em agosto, em razão de um disparo de míssil balístico intercontinental.

"O Conselho [da UE] reforçou ainda mais suas medidas restritivas" contra a Coreia do Norte, "aplicando as sanções setoriais impostas pelo (...) Conselho de Segurança da ONU", explicou em um comunicado a instituição que representa seus 28 países-membros.

O bloco europeu impõe, assim, "uma proibição total de todas as exportações de carvão, ferro, minério de ferro, produtos da pesca, minério de chumbo e chumbo", ou seja, contra as principais exportações da Coreia do Norte, detalha o Conselho.

Outras sanções também atingem "a comercialização de armas da Coreia do Norte, suas joint ventures com empresas estrangeiras, seus bancos e sua capacidade de gerar renda e acessar o sistema financeiro internacional".



A UE anunciou ainda que não permitirá a chegada de novos trabalhadores da Coreia do Norte à Europa, alegando que poderiam "apoiar programas ilegais de mísseis nucleares e balísticos" de Pyongyang.

ONU

Em geral, o bloco adota as sanções promulgadas pelo Conselho de Segurança da ONU.

Os europeus também se comprometeram a aplicar outra série de sanções, incluindo a limitação da exportação de petróleo, decretada pela ONU esta semana contra a Coreia do Norte pelo teste nuclear realizado no início de setembro.

Na semana passada, em Tallinn, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, indicou que os 28 também estão considerando outras sanções próprias, as quais poderiam limitar a exportação de produtos de luxo europeus para este país, ou incluir um embargo total sobre suas exportações petrolíferas, segundo fontes diplomáticas.


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