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Supremo Tribunal Federal

Após posse no Supremo, Alexandre de Moraes deve assumir vaga no TSE

A escolha do ministro do STF que vai integrar a corte eleitoral é feita em eleição interna e secreta

Publicado em 20/03/2017, às 09h04

Moraes toma posse no STF nesta quarta-feira (22) / Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Moraes toma posse no STF nesta quarta-feira (22)
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Estadão Conteúdo

Após tomar posse no Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (22), Alexandre de Moraes deve ser indicado também pela Corte para assumir uma vaga de substituto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cadeira está vazia desde janeiro em razão da morte de Teori Zavascki, um dos suplentes no tribunal eleitoral.

O TSE é composto por sete ministros titulares e sete substitutos correspondentes, sendo três ministros do STF nas cadeiras fixas e três como suplentes. A escolha do ministro do Supremo que vai integrar a corte eleitoral é feita em eleição interna e secreta. É praxe, no entanto, que a escolha obedeça o critério de antiguidade - sendo escolhido o mais antigo do tribunal que ainda não compôs o TSE. 

O último do Supremo a ser indicado à Corte Eleitoral foi Luiz Edson Fachin, que é também quem está há menos tempo no TSE. Com isso, após a posse de Moraes, ele deverá ser o escolhido na votação para assumir a vaga de substituto na corte eleitoral.

Se a votação no STF fosse realizada antes da posse do novo ministro, o que não há previsão de acontecer, os ministros escolheriam o decano da Corte Celso de Mello. O ministro pode rejeitar a indicação, no entanto, e aí a vaga passaria para o próximo no critério de antiguidade. Neste caso, Marco Aurélio Mello. 

A eleição no STF é feita após a comunicação formal pelo presidente do TSE sobre a cadeira vazia. Zavascki morreu em 19 de janeiro, mas a comunicação da cadeira vaga no TSE foi feita ao Supremo pelo presidente TSE, ministro Gilmar Mendes, apenas na quinta-feira passada. 

Indicado ao TSE, Moraes ficará como terceiro substituto

Indicado ao TSE, Moraes ficará como terceiro substituto. Deverá assumir uma cadeira de titular apenas em 2020, com a saída de Rosa Weber. Em 2018, Gilmar Mendes e Luiz Fux deixam de compor a corte eleitoral e seus lugares serão ocupados por Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Comentários

Por LYRA,20/03/2017

Esse é outro da quadrilha do Michel TREME, que na verdade não tem nem mesmo condições de ser um simples advogado de porta de cadeia e hoje é ministro do stf, antigo STF e, ainda vai assumir o TSE, ou seja, o subchefe da quadrilha acima citado, já que o chefe mesmo é Renan Calheiros, vai empurrando seu comparsa para pontos estratégicos, de onde ele, o sem condições, possa defender o restante da quadrilha.



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