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Reforma trabalhista

Sindicatos não querem "perder a boquinha", diz Rodrigo Maia

Declaração foi feita por Rodrigo Maia durante premiação no Paraná. O presidente da Câmara criticou o sindicato ao falar da depredação do prédio durante votação

Publicado em 21/04/2017, às 11h16

Maia criticou os sindicatos em época de tensão a respeito do imposto sindical / Agência Brasil
Maia criticou os sindicatos em época de tensão a respeito do imposto sindical
Agência Brasil
JC Online

Ao defender a reforma trabalhista diante da elite empresarial do País, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez fortes críticas aos sindicatos, que resistem às mudanças na legislação. "Os sindicatos não querem perder a boquinha, aquilo que ganham sem nenhum esforço. Então, é legítimo que se mobilizem", disse Maia durante a cerimônia do Prêmio Lide, durante o 16º Fórum Empresarial em Foz do Iguaçu (PR).

A afirmação do presidente foi feita no momento há uma forte tendência na Casa pela extinção do imposto sindical, principal fonte de recursos dos sindicatos.



Na manhã desta sexta (21), Maia fez novas críticas aos sindicatos, desta vez ao falar sobre a depredação da entrada do prédio da Câmara durante a votação da urgência da reforma. "Os sindicatos, com muita competência, pressionam, acuam e depredam o Congresso como fizeram na semana passada. A Polícia Civil, que deveria estar preocupada com a nossa segurança, vai ao Parlamento e quebra as entradas do Parlamento brasileiro. A gravidade de um ato como este é muito maior que pressionar parlamentares na Câmara dos Deputados", disse.

Congresso enfrenta agenda "tensa e difícil"

Maia defendeu que o Congresso deve enfrentar essa agenda "tensa e difícil". Segundo ele, o trabalho do Legislativo está fundamentado em dois eixos. O primeiro é a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária na Câmara e no Senado até o meio do ano. O outro eixo é aprovar no segundo semestre avançar a reforma tributária no Congresso.


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Comentários

Por Osvaldo,21/04/2017

O deputado Rodrigo Maia só diz para que foi eleito: defender o empresariado que paga um dos piores salários do mundo! O deputado, codinome "Botafogo" na Odebrecht, se quer tem condições morais para está na presidência da câmara dos deputados, mas em governo de plena corrupção, como o de Temer, ele é um dos "bons nomes" para dirigir as sessões que aprovam projetos que só contraria o povo brasileiro. Mas uma vez, "parabéns aos golpistas" por levar o país a ter, agora com Temer, mais de 14 milhões de desempregados, apesar da Globo afirmar, diuturnamente, que tudo está melhorando, mas só para eles!



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