JORNAL DO COMMERCIO – A Mesa da Unidade foi formada no ano passando vislumbrando a possibilidade de uma aliança entre os partidos de oposição, mas terminou de uma forma mal resolvida. Onde foi que a articulação desandou ao ponto de o PMDB ir para o palanque do PSB?
MENDONÇA FILHO – Não posso me posicionar sobre discussões das quais eu não participei. Meu único espaço de discussão sempre foi no campo da oposição. Eu não discuti, em momento algum, com qualquer ator que não fosse um ator de oposição. Eu não posso tornar público algo sobre o qual eu não tenho conhecimento de como aconteceu, nos bastidores do diálogo de A, B, ou C com as forças do governo. Para mim é um episódio vencido.
JC – O senhor está querendo dizer que o deputado Raul Henry já vinha conversando com o campo governista?
MENDONÇA – Eu não gostaria de revirar algo que está encerrado. Eu explicitei minha posição de forma pública, corajosa, honesta. Eu não uso a palavra para esconder meu pensamento. Sempre fui uma pessoa leal, sincera, correta. Do ponto de vista desses preceitos, qualquer pessoa na vida pública pode ser tanto quanto eu. Ninguém será mais do que eu. Na chamada União por Pernambuco, em 1994, passando pelo governo, eu considero que foi o momento mais rico da minha formação política. Isso faz parte da minha história. Agora, se no momento atual, as coisas ganharam um caminho distinto, ponto. Paciência. Eu vou levar adiante a nossa candidatura que, como disse, é algo que transcende à minha vontade.
JC - Faltou transparência nesse processo de discussão? Por que logo que surgiu a notícia da migração do PMDB sua reação na verdade foi bem dura. Você se sentiu traído? Não havia, desde o início, a intenção, por parte do PMDB, de permanecer no palanque oposicionista?
MENDONÇA – Para mim esse assunto está vencido. As explicações de como evoluiu a Mesa da Unidade e chegou até o ponto que estamos hoje já foram dadas. E a compreensão do público vai ser feita. Não cabe a mim externar nenhuma explicação. Meu posicionamento está claro e transparente, respeitando a independência e os caminhos traçados por quem quer que seja.
JC – Alguns colegas de oposição atribuíram as dificuldades para construir a unidade do bloco a uma suposta “insistência” do senhor em manter sua candidatura...
MENDONÇA - Não tenho como responder isso porque, na verdade, fui adepto, seguidor e parceiro da Mesa da Unidade. Nunca coloquei minha grande e ampla vantagem nas intenções de voto como algo inevitável. E sempre considerei legítima a vontade de cada um dos quatro pré-candidatos. A única que não era legítima era a minha candidatura? As demais seriam legítimas? Onde está a ilegitimidade do meu nome, se ele tem aderência junto à população? Aí começa a se construir um caminho de veto, de restrição, só que muitas pessoas não são claras nas suas posições. Graças a Deus, sempre agi de forma correta. Eu acho que ficar remoendo isso é ficar olhando para o retrovisor. Eu nem faço política olhando para o retrovisor, nem faço política botando mágoa em geladeira. Eu olho para frente. O que eu quero é colocar minha mensagem, minhas propostas para a cidade. Eu acho que o Recife cansou de briga. A briga começou com o PT. Fizeram uso da força para tirar o direito do prefeito de se candidatar. Em que pesem minhas divergências políticas com ele, tenho que reconhecer que ele tinha a legitimidade de defender seu mandato. Passaram por cima disso, desrespeitaram a prévia, interviram de cima. O candidato do PT foi indicado pela Executiva nacional que empurrou goela a baixo ao PT local, essa é a verdade. E essa briga extravasou do PT para o PSB, que agora se coloca como uma candidatura alternativa, de oposição, mas é parte do mesmo governo. O PSB governa o Recife, junto com o PT, há quase 12 anos. Tem corresponsabilidade. O candidato do PSB, Geraldo Júlio, tem como vice Luciano Siqueira, que foi vice durante oito anos. E tem o atual vice-prefeito, Milton Coelho. Então, o consórcio PT-PSB tem responsabilidade pelo que há de bom e de mal na cidade. Nós da oposição, e eu me incluo nisso, vamos ter a missão de tornar cada vez mais claro esse posicionamento. É preciso colocar os pontos nos is.
JC - Essa perda do PMDB enfraqueceu a oposição, na medida em que leva para o palanque do PSB figuras como o senador Jarbas Vasconcelos?
MENDONÇA – O PMDB tem peso. A história de Jarbas também tem muito peso. Agora, enfim, é uma realidade. Temos que enfrentar os desafios de acordo com o que se configura. Agora, o eleitorado não é transportado assim automaticamente. Até porque o eleitorado tem posicionamento. Vamos aguardar os desdobramentos.
JC - O eleitorado vai estranhar essa aliança (PSB e PMDB)?
MENDONÇA - Eu prefiro não qualificar. Acho que a oposição tem grandes chances de ir para o segundo turno e ganhar a eleição. E eu, particularmente, acredito que irei para o segundo turno e ganharei a eleição, de forma surpreendente para alguns, mas, pelo nível de aderência, pelo que eu sinto nas ruas, claramente, é de que há um desejo na cidade e a bandeira da mudança só pode ser empunhada por um membro da oposição, nunca pelo governo.
JC - Ainda resgatando um trecho desse episódio com o PMDB, Raul Henry afirmou, em nota, que não tinha restrições pessoais ao senhor, mas que sua candidatura representava o que politicamente havia de mais “atrasado” e “conservador” na política. Em termos de estratégia, o senhor vai procurar se afastar dessa pecha atribuída ao seu partido?
MENDONÇA - Essa pecha quem está colocando é você. Eu nunca fui um conservador. Pelo contrário. O eleitorado me compreende como alguém que recuperou Pernambuco, que estava com um desequilíbrio fiscal crônico. Eu tive atuação direta e reconhecida pelo ex-governador Jarbas Vasconcelos. Eu acho que esse meu legado é o que me credencia a aspirar algo inovador. Toda minha contribuição ao longo da minha vida pública sempre foi plural, democrática, ampla, representativa, criativa e respeitando os opostos e as pessoas e é assim que vou me comportar como candidato.
JC – Essa eleição está sendo um pouco atípica. É o PT brigando com o PT, PSB que antes era governo agora quer fazer oposição. O PMDB se aliando ao PSB. O senhor se considera o único candidato que preserva coerência nesse debate?
MENDONÇA – Indiscutivelmente. Eu não diria que o único porque seria deselegante com outro colega de oposição, Daniel Coelho (PSDB), que guardou coerência em todos os momentos. Tenho que ser justo. Agora, vender a candidatura do PSB como algo que representa o novo, que significa um contraponto ao PT, é falsear a verdade. Foi um consórcio entre PT e PSB que governou o Recife durante 12 anos. Se o PSB tinha essa tecnologia de gestão tão moderna e inovadora para a cidade, por que é que eles não aplicaram? Foram negligentes com o Recife? Omissos? Qual é a explicação que se tem? Eles (o PSB) têm corresponsabilidade direta para com a gestão. Na prática, o candidato do PSB foi inventado no laboratório do Palácio do governo. Experiências desse tipo, de candidato tirado do colete, a gente viveu várias no Brasil todo. A inovação dessa invenção pernambucana é de que ele veio da esfera estadual para a municipal. Se você quisesse apenas um executivo puro, você faria um concurso público. Se você quisesse apenas alinhamento político com o governo estadual e federal não precisava de eleição. Era só pedir ao presidente da República ou ao governador para nomear o prefeito. A luta democrática foi muito intensa para buscar a autonomia de decisão de cada município. Nós já demonstramos que temos capacidade de governar. Somos democráticos o suficiente para buscarmos parcerias independente de partidos. Quando fui governador e vice, fui intenso na celebração de parcerias com João Paulo (PT) e Luciana Santos (PCdoB), quando eram prefeitos de Recife e Olinda, e com o ex-presidente Lula (PT). Se você tem uma visão plural, democrática e ampla da sua responsabilidade como prefeito, você sabe que não vai governar para o seu partido ou grupo político, mas sim para a sociedade.
JC - Como o senhor pretende quebrar essa possível polarização entre PT e PSB?
MENDONÇA - Existe uma falsa polarização. E tudo que é falso não é sustentável. Qualquer democracia do mundo se organiza a partir de um ente que governa e um bloco que está do outro lado, cobrando a cumprimento das promessas e criticando aquilo que não foi feito. É assim que se organiza a democracia desde que ela existe. Então, se tem um bloco que representa o governo é o PT e o PSB, que tem o vice-prefeito do Recife. Como ele pode querer se apresentar como alternativa? Eles tiveram toda uma condição oferecer para o recifense o que havia de melhor do ponto de vista de tecnologia de gestão. Não fizeram, então, a oportunidade passou. A gente vai desmistificar isso. Imaginar que essa coisa vai passar fácil, não vai. Como dizia Garrincha, é preciso combinar com os russos. Combinaram com o povo? Até aqui, o povo está demonstrando que não. Nossa mensagem não será de agressão, mas de esclarecimento. Ao mesmo tempo, vamos levar o discurso da mudança.
JC - Que o PSB está levantando...
MENDONÇA – Que é falso. Por que é que não fizeram essa mudança em 12 anos? É legítimo alguém que está no poder há 12 anos tentar empunhar o discurso da mudança? Creio que não. E a gente vai ajudar a colocar isso de forma muito clara. Quem tem legitimidade é quem está na oposição. PSB e PT não têm como vender a ideia de mudança. Eles representam a continuidade. Eles têm que assumir o papel que eles têm na democracia: defender a continuidade do consórcio PT e PSB. Depois do momento de revelação do candidato do Palácio, tirado do bolso, a gente começa a ter um refluxo, a poeira começa a baixar. Acho que é aquela história que Dom Hélder dizia: você pensa que o povo não pensa, mas o povo pensa. E o povo vai refletir sobre essa realidade, eu não tenho dúvida que o espaço da oposição vai ser preservado.
JC- Muita gente terá que se explicar nessa eleição?
MENDONÇA - Com certeza. E não somos nós
JC - O modelo de gestão do governador Eduardo Campos (PSB) terá uma influencia grande no discurso do PSB de querer colocar o Recife no ritmo do estado?
MENDONÇA – Aí eu pergunto a você: se eles tinham toda essa tecnologia de gestão, próxima da Nasa, por que não foi aplicada no Recife nos últimos 12 anos? Se tinha um gestor que tinha essa capacidade tão extraordinária e essa interação tão grande com a cidade por que ele não foi apresentado antes, se envolvendo na gestão do Recife?
JC – E como o senhor avalia a gestão do governador?
MENDONÇA – Eu acho que, primeiro, a gestão teve uma coisa muito positiva. Pegou Pernambuco no melhor momento possível. Nós do governo Jarbas/Mendonça fincamos a base para um Pernambuco diferente. Tiramos o Estado, literalmente, do fundo do poço, resgatamos essa credibilidade, ordenamos as finanças estaduais, devolvemos a capacidade de investimentos. Ele deu sequência a isso e eu nunca deixei de reconhecer, apesar de estar na oposição.
JC – O senhor e seus correligionários têm colocado sua candidatura como sendo a única que representa a “verdadeira” oposição. Pelo fato de o DEM fazer oposição nos três níveis e aqui o PSDB manter uma relação amigável com o Palácio, o senhor considera que tem mais legitimidade para promover o discurso da mudança dentro do bloco?
MENDONÇA – Não. Nesse sentido não tenho reparos a fazer. Considero legitima a candidatura de Daniel, assim como a de Roberto Numeriano (PCB), Jair Pedro (PSTU), Edna Costa (PPL). Todos são legítimos e colocados como oposição. Ilegítimo é você querer vender o PSB como polaridade e alternativa quando o PSB está no governo. Quando o PSB tem o atual vice-prefeito do Recife. Quando o PSB tem corresponsabilidade, quando sempre apoiou a gestão atual, comemorou a vitória e só desembarcou com uma candidatura própria agora em junho. Isso é pura e simples ilusão.
JC - O modelo de gestão do governador Eduardo Campos (PSB), que é aprovado, terá uma influencia grande no discurso do PSB de querer colocar o Recife no ritmo do Estado?
Mendonça - Aí eu pergunto a você: se eles tinham toda essa tecnologia de gestão, próxima da Nasa (risos), por que ainda não foi aplicada no Recife nos últimos 12 anos? Perversidade? Omissão? Se tinha um gestor que tinha essa capacidade tão extraordinária e essa interação tão grande com a cidade por que ele não foi apresentado antes, se envolvendo na gestão do Recife?
JC - O PSB ocupa a vice da gestão atual. O senhor já foi vice no governo Jarbas. O vice tem capacidade de dar dinâmica à gestão?
Mendonça - Lógico. Me orgulho muito do meu papel como vice-governador. O próprio Jarbas já disse várias do papel que desempenhei no Estado. Ficaria até meio exagerado da minha parte estar aqui repetindo.
JC - Numa eleição, o time de apoiadores tem um peso importante. Numa das suas eleições majoritárias você perdeu a eleição e reconheceu que o “fator Lula” foi muito forte. O senhor acha que, nesta eleição, esses personagens (Lula, Eduardo, Jarbas) terão um papel importante e trarão dificuldades à sua candidatura?
Mendonça - É uma dificuldade. Agora, a gente relativiza. Na última eleição, o atual prefeito ganhou com 51,5% no primeiro turno. Ou seja, por pouco mais de um ponto e meio percentual ele não teve que ir para o segundo turno. E o segundo colocado na eleição fomos nós com 25% dos votos válidos, metade dos votos da oposição. Naquela ocasião, todo o bloco estava unido. Não tinha briga dentro do PT, divisão interna, nem briga com o PSB. O presidente Lula estava no poder e no ápice da sua popularidade. O governador Eduardo Campos também estava unido com a chamada Frente Popular e, no entanto, a vitória se deu por apenas 1,5%. O outro fato diz respeito ao que foi vendido ao povo do Recife na eleição de 2008: a de que era o melhor dos mundos você ter um prefeito que tivesse ligação política direta com o governador e o presidente. E aí eu sempre digo que, se por ventura essa regra tivesse que ser seguida você. tinha que ter não a eleição para prefeito, mas a nomeação pelo presidente ou pelo governador. Só que o povo, passados quase quatro anos, começa a refletir e pensar o que aconteceu com todo esse alinhamento político. Briga pelo poder, divisão interna do PT, briga com o PSB e a gestão que não atendeu as expectativas. Tanto não atendeu que o próprio PT interveio de forma autocrática. Então, essa mensagem do alinhamento político não pode ser vendida de novo. Começa a ser uma enganação. Em contraponto a isso, nós vamos apresentar um histórico de, apesar de sermos de partidos distintos, e vamos colocar isso de forma muito transparente, temos maturidade, temos espírito democrático, sabemos celebrar parceria (fizemos isso com João Paulo, Luciana Santos, Lula) e vamos fazer da mesma maneira só que governando sem brigas internas e pensando no interesse da cidade. Quem vai ganhar é o cidadão do recife. Acho que esse reposicionamento fará com que eles não alcancem essa maioria no primeiro turno, porque essa briga interna já está repercutindo nos próprios números expressos nas pesquisas.
JC - A comunicação de sua campanha lhe apresentou como o candidato do povo. Como é que se dá essa identidade e como isso vai ser mostrado na campanha?
MENDONÇA – No próprio contato, na presença constante. Tenho priorizado agendas na periferia. Priorizei projetos que atendam essa maioria, que é quem mais precisa do poder público. Na minha formação de vida e política, sempre fui uma pessoa que tive essa identificação. Apesar de muitas vezes você ter estereótipos que o colocam um pouco mais distante, minha raiz é essa mesmo. Meus avós nasceram em Belo Jardim, gente muito simples. E minha vida foi assim. Sempre convivi com pessoas simples e de forma cotidiana. Não é esporádica em época de eleição. Quem imaginar que vai conseguir essa aderência no processo eleitoral vai quebrar a cara, porque o povo vai enxergar com desconfiança, com o pé atrás.
JC - Então, quais são suas principais propostas para essa parcela da sociedade?
MENDONÇA – O primeiro compromisso meu é com a educação da cidade. Quero transformar a educação do Recife como a melhor do Nordeste e das cinco melhores do Brasil, com valorização de professores, atuação forte na área de educação infantil e adoção da filosofia de escola em tempo integral que nós praticamos na época em que estávamos no governo do Estado. Vamos melhorar também a área de serviços básicos, de saúde, por exemplo, que caiu muito dentro da própria gestão do PT, de João Paulo para João da Costa. Avançar na área de combate às drogas. Lançar a proposta da “cidades-bairro”. A partir de um polo comercial, como o que visitei em Casa Amarela, vamos dotá-lo de condições para que o bairro se revele uma boa “cidade”, com acesso aos serviços básico. Se todo bairro tem uma concepção de cidade-bairro, a soma de várias cidades-bairros transforma a cidade num ambiente bom para se viver. Atuar também no que diz respeito à geração de oportunidade de trabalho porque você precisa cuidar do social, mas também do estrutural para criar condições para que Recife usufrua do boom econômico de Pernambuco. Recife está ficando uma ilha de problemas no meio do Estado.
JC - Apesar de todo esse alinhamento político, o prefeito enfrentou inúmeras conturbações políticas. Se eleito, como vem da oposição minoritária, vai precisar da Câmara para governar, de um alinhamento de forças para conseguir a chamada “governabilidade”. Como você pretende trabalhar isso, se chegar à Prefeitura?
MENDONÇA - Essa é a tarefa mais fácil (risos). A própria tradição do multipartidarismo exacerbado no Brasil mostra que se você ganhou a eleição, você tem maioria na Câmara. E acho que o diálogo, o espírito dos vereadores é sempre de querer o que é bom para a cidade. Não acredito que isso será um obstáculo para levar adiante os projetos que interessam à cidade do Recife. Os vereadores, em sua grande maioria, levarão apoio e suporte para que a gente possa avançar nas modificações estruturais. Diferentemente das grandes cidades do mundo, o Recife não planeja o futuro nem usar nosso potencial para planejar para além do horizonte do nosso mandato, utilizando só quadros técnicos colocados num segundo plano na prefeitura em relação aos cargos comissionados, que tem uma hipertrofia, um aparelhamento.
JC - O senhor pretende reduzir o número de cargos comissionados?
Mendonça - Radicalmente. Redução drástica de comissionados e funções gratificadas para economizar recursos, valorizar os funcionários da própria casa, os servidores públicos. Melhoras remuneração principalmente nas áreas mais importantes
JC – Claro que o senhor trabalha a possibilidade de ir para o segundo turno. Caso não se concretize esse cenário, qual será o rumo do DEM nesta eleição?
MENDONÇA – Eu só trabalho com um cenário: nós no segundo turno. Quem quiser nos apoiar estaremos de braços abertos. Não tem sentido ter parceria com quem quer que seja se estamos nos colocando como oposição aos dois e nós não poupamos a visão crítica da corresponsabilidade do consórcio PT/PSB. Abdicar disso é abdicarmos do dever de fazermos política dentro dos princípios democráticos elementares.
Comentários
É muito importante que o eleitor recifense se informe bem do histórico de Geraldo Júlio. Os partidos de oposição ao PSB pode ajudar o povo nestas informações. Se o cara não foi boa coisa em Petrolina, não vamos trocar João da Costa por um igual ou pior.
Também não voto em Mendonça e concordo com comentário de Antonio Carlos.
Eu não voto no Senhor Mendonça;Mais este senhor foi Muito Feliz e Coerente não Traidor em suas palavras;Se o Coronel Eduardo Campos tinha Um Lunatico Um Mágico Julio no seu Govermo porque não aporesentou ao PT/PSB para Desenvolver o Recife e fazer tudo que não Fizeram Juntos em 12 anos ;Mendoça estar correto ao afimar que o PSB/PT estar no Governo de Recife e Pernambuco e porque o Salvador da Patria o Julio Sasa Mutema não foi secretario com toda esta Inteligencia e conheciemto Administrativo;Falso Profeta Boneco Bionoco falsario;Foi Secratario de Petrolina com, Fernando Bezerra não Fez nada e foi o Pior onde fechou todas Industrias de Petrolina;O Trasito deixou Um Caus;Este é o Pelego Julio Incompetente.Eduardo estar Jogando Terra Feito GATO no Seu Projeto feito com Julio PSB e PT;Faz e fez parte do Governo do Recife e Faltou Competencia de Ediuardo Campos PT e do Mágico mister M o Julio do PSB;Venham ver o Julio deixou em petrolina como Secretario só dividas no Bododromo;
Comentar
Colunas JC
Governador anuncia fim do racionamentode água no Recife, em Jaboatão e no Cabo
Jogo dos operários inaugura Arena Pernambuco nesta segunda
O tesouro brasileiro da coleção de Carlos Augusto Lira
Navio Zumbi dos Palmares será entregue à Petrobrás nesta segunda-feira
Número de brasileiros com celular cresce 107%
Gol ganha duas versões aventureiras
Torreão é opção para famílias Especiais JC
Parque Nacional Torres del Paine