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Torrentes

Último suspeito da operação Torrentes se entrega à Polícia Federal

O empresário se entregou na presença de seu advogado na sede da Polícia Federal

Publicado em 10/11/2017, às 17h56

Sede da Polícia Federal em Pernambuco / Léo Motta/ JC Imagem
Sede da Polícia Federal em Pernambuco
Léo Motta/ JC Imagem
Vinícius Sales

O empresário Ítalo Henrique Silva Jaques se entregou nesta tarde à Polícia Federal. Ele teve um mandado de prisão temporária expedida na quinta-feira (9), junto com outras 14 pessoas envolvidas na Operação Torrentes, porém não foi achado em sua residência. Segundo a PF, Ítalo se entregou na presença de seu advogado e já se encontra no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (COTEL). Os suspeitos são investigador por fraudes em licitações, peculato, corrupção ativa e passiva e associação criminosa.

OPERAÇÃO TORRENTES

Dentre os civis foram presos os empresários Antônio Manoel de Andrade Junior, Antônio Trajano Da Rocha Neto, Heverton Soares da Silva, Ricardo Henrique Reis dos Santos, Ricardo José de Padilha Carício, João Henrique dos Santos e Daniel Pereira da Costa Lucas. Eles foram encaminhados para o COTEL. Também foram presas Roseane Santos Andrade, Taciana Santos Costa e Rafaela Carrazone da Cruz Gouveia Padilha, esposa do empresário Ricardo Padilha. Elas foram encaminhadas para a Colônia Penal Feminina do Recife



Entre os militares foram presos os coronéis Fábio de Alcântara Rosendo, Roberto Gomes de Melo Filho e Waldemir José Vasconcelos de Araújo. Todos encaminhados para a Academia da Polícia Militar em Paudalho, na Mata Norte de Pernambuco. Laurindo Félix do Nascimento, o quarto militar preso, fica preso em regime fechado com tornozeleira eletrônica por estar passando por tratamento médico, previamente marcado.

Ainda segundo a Polícia Federal, os presos na operação deverão passar cinco dias em regime fechado. Se a PF ou a Justiça não solicitar prorrogação da prisão, os presos serão liberados e responderão ao inquérito.


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Comentários

Por ronaldo,11/11/2017

Isso é resultado da terrível mania que muitos SENHORES FEUDAIS de Pernambuco têm,pois ainda pensam que vivemos na época do IMPÉRIO,onde tudo faziam e não eram punidos nos rigores das LEIS. O tempo onde oligarquias "pintavam o sete",ACABOU!!!!! Cadeia nesses malas!!!

Por TARCIANO,11/11/2017

SE BALANÇAR ESSE PÉ, CAI MAIS MANGA MADURA !

Por Naudo Silva,11/11/2017

Hei Geraldinho, fala prá Paulinho que realmente "não é um ato político" e que as contas estão todas "CORRETAS" . Claro com notas frias, empresas fantasmas e superfaturamento, é uma falta de vergonha DESCOMUNAL . SE ROUBAR JÁ É UM CRIME IMAGINEM VOCÊS DE QUEM NADA TEM. Mais como diz a sabedoria popular " QUEM NADA TEM NADA DA". Justiça aos culpados é o minimo que esperamos.



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