A equipe Apoiobot formada pelos alunos do Colégio Apoio, localizado na Zona Norte do Recife, venceu o torneio Open European Championship em Manheim, na Alemanha. A competição que ocorreu entre os dias e 7 e 9 de junho consagrou os estudantes pernambucanos como os únicos brasileiros a vencerem o concurso deste ano. Participaram do campeonato alunos de 35 países que tiveram o desafio de criar projetos de robótica com o tema Food Factor.
A equipe venceu o torneio com o 'UVerizador', dispositivo desenvolvido para a purificação e conservação do leite. Outros dois projetos do Colégio Apoio também participaram da competição. A Apoiobot é formada por alunos da 8ª série e do 1º ano do ensino médio. Beatriz Maia, Caio Montarroyos, Fernando Remígio, Gabriel Loureiro, Karen Gusmão, Letícia Maciel, Maria Letícia Bandeira, Pedro Montenegro, Pedro Jorge e Rodrigo Falcão foram coordenados pela pela diretora da instituição Terezinha Cysneiros.
O Open European Championship acontece anualmente e em cada edição um tema diferente é proposto para os estudantes. Os inscritos precisam cumprir o planejamneto das várias missões que compõem o projeto. Além de propor soluções para os desafios do torneio, as equipes precisam apresentar aos juízes seus robôs.
O Colégio Apoio já venceu outros torneios internacionais de robótica. A instituição oferece a disciplina para os alunos a partir da 6ª série do ensino fundamental. A equipe vencedora ainda está na Alemanha e deve voltar à capital pernambucana na próxima quinta-feira (14)
Comentários
Atividades como estas demonstram que formação, educação e conhecimento em suma urgem em caminhar sempre juntas. Parabéns a instituição, a professora coordenadorae aos pequenos grandes cientistas. Um orgulho para os recifences. Érica Feijó - Recife.
Parabéns, Estes meninos(as) da equipe ApoioBot são realmente competentes. todo trabalho realizado por eles, é construído a partir de um planejamento seguido de forma muito disciplinada, trabalhando-se inclusive nas férias, aos sábados e domingos. Eles estão na 8ª série, mas já adquiriram conhecimentos e formação cientifica de nível superior, pois trabalham relacionando conceitos complexos de diferentes áreas do conhecimento (física, quimica, biologia, programação e construção de soluções na área da informática, construção do robô Lego, produção de textos,) articulados a capacidades humanas como cooperação, solidariedade, solução de situações problema. Penso que inovações e trabalhos como este, deveriam ter seu desenvolvimento garantido e ampliado em empresas incubadoras na área da tecnologia, hoje, aqui no Recife, temos quatro grandes pólos de desenvolvimento de tecnologias informacionais que poderiam se aproximar efetivamente destes projetos, o Porto Digital, o Centro de Estudos e Sistemas Avançados, a Faculdade Politécnica e a Universidade Federal de Pernambuco. Estas instituições estão desafiadas pela realidade criada pelos meninos(as) em tela, a se posicionarem diante dos resultados e do potencial de suas produções. Eduardo Jorge - Recife.
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