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TECNOLOGIA

Carros híbridos são o futuro possível

Enquanto os carros 100% elétricos estão um pouco distantes para os brasileiros os híbridos já são uma realidade

Publicado em 30/07/2017, às 14h05

Os carros híbridos vendidos no Brasil são muito eficientes mas o preço entre R$ 126 mil e R$ 400 mil ainda é um problema / Divulgação
Os carros híbridos vendidos no Brasil são muito eficientes mas o preço entre R$ 126 mil e R$ 400 mil ainda é um problema
Divulgação
Sílvio Menezes
Editor de Veículos

Os híbridos e elétricos são apontados como o futuro da mobilidade no mundo. Países pressionam por automóveis amigos do meio ambiente. A França até anunciou que vai banir a venda de veículos a combustão até 2040. Estamos bem longe desse dia e é possível que, até lá, muita coisa mude. Inclusive que o “combustível da moda” seja outro. O que dá para afirmar hoje é que os híbridos são uma realidade bem interessante, até mais que os carros movidos exclusivamente com energia.

Os números apontam o crescimento das vendas em todo mundo. No Brasil, somente nos primeiros seis meses deste ano, se vendeu mais elétricos e híbridos do que em todo ano passado. Só do Prius, foram 851 unidades emplacadas. Segundo a ABVE (Associação Brasileira de Veículos Elétricos), existem hoje no Brasil cerca de 4.800 veículos movidos a energia, a grande maioria, híbridos. São carros de luxo com consumo de modelo popular. Talvez o maior problema deles seja o preço. No Brasil existem poucas opções, todos acima dos R$ 120 mil. O mais barato da lista é o Toyota Prius. Tem ainda um Lexus na mesma faixa de preço. E o Ford Fusion, de R$ 160 mil. Mas o modelo mais caro à venda em nosso País é o Volvo XC90. Cerca de R$ 400 mil.



HÍBRIDOS

Isso porque o motorista tem à disposição um carro equipado com motor a gasolina e outro movido a bateria. Esse reservatório de energia faz a diferença. Ele serve para mover o veículo em baixas velocidades. A recarga é feita pelo próprio movimento das rodas ou através de tomada elétrica. No trânsito urbano, praticamente não se gasta gasolina. Somente energia. Nas estradas ele já bebe mais porque o motor a energia funciona geralmente em velocidades de até 50km/h. Acima disso, o veículo é movido com gasolina.
No caso dos elétricos, o modelo precisa de uma infraestrutura em postos de recarga, bateria com maior autonomia e mais em conta. E os fabricantes têm como desafio dar uma destinação correta a esse material no futuro.


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