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Mercedes-Benz renova GLA fabricado no Brasil

SUV é o segundo modelo da marca mais vendido no País e continua agradando pela versatilidade

Publicado em 10/08/2017, às 08h14

São cinco versões do GLA com preços começando em R$ 159 mil / Divulgação
São cinco versões do GLA com preços começando em R$ 159 mil
Divulgação
Edilson Vieira
Repórter de Veículos

SÃO PAULO (SP) - A Mercedes-Benz apresentou o novo GLA. O utilitário esportivo, fabricado em Iracemápolis, São Paulo, é o segundo modelo mais vendido pela Mercedes no País, atrás do sedã Classe C, também com nacionalidade brasileira. O novo GLA chega este mês nas lojas, inicialmente em três versões (Style, Advance e Enduro) com preço inicial de R$ 158.900. Todas têm motor 1.6 turbo, de 156 cavalos, e câmbio automático de sete marchas. As configurações GLA 250 Sport e GLA 45 AMG (Importada) chegam em setembro. Nessas duas versões o motor é 2.0 de 211 cavalos (sport) e 381 cavalos (AMG).

O GLA é oficialmente um SUV, mas nem parece. A carroceria tem teto baixo, como em um cupê. O interior com bancos de desenho esportivo e cabine envolvente lembram esportivos da marca. Apenas as grandes rodas aro 18 e a boa altura do solo nos lembram que estamos diante de um SUV. Essa mistura de estilos acaba dando ao GLA um aspecto bem original, certamente um dos motivos de sucesso do carro. Nas três versões GLA 200 (equipadas com motor 1.6) não há diferenças no desempenho. O que muda de uma configuração para outra é o nível de acabamento e o pacote de equipamentos.



MERCEDES-BENZ

Para 2018 o GLA ganhou retoques na grade dianteira, faróis de LED a partir da versão Advance, lanternas traseiras que adaptam luminosidade de acordo como a luz ambiente e o acabamento dos bancos e painel em couro preto, branco ou bicolor (preto/marrom ou preto/branco). Em relação ao GLA apresentado no Salão de Detroit deste ano, o GLA brasileiro traz o mesmo visual, porém, menos equipamentos. O daqui não tem a abertura e fechamento elétrico do porta-malas, mas o GLA nacional vem com muitos itens de segurança como sete airbags, controle eletrônico de estabilidade e assistente de controle em curvas, que dá mais segurança ao se acelerar. Segundo a Mercedes, a velocidade máxima do GLA é de 215 km/hora.


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Dirigimos o GLA, na versão intermediária Advance, por cerca de 200 km nas rodovias de São Paulo. O que chama a atenção é a boa dirigibilidade do carro, tanto no trânsito urbano quanto na estrada. A direção elétrica é leve, mas não demais, o que passa segurança ao motorista. O GLA com motor 1.6 só deixa um pouquinho a desejar nas ultrapassagens, mas a sensação que se tem é que o câmbio automático é que demora um pouco para responder quando solicitado a fundo. Para resolver, basta o motorista selecionar o modo de condução manual e trocar as marchas pelas aletas do volante, podendo assim esticar um pouco mais as marchas. Ou então, por meio de uma tecla no painel, mudar a configuração do motor, freio e direção para a função “sport”, que permite respostas mais rápidas. Quanto ao nível de conforto é fácil avaliar, depois de mais de duas horas ao volante, não existe sensação de cansaço para quem dirige.

O repórter viajou a convite da Mercedes-Benz do Brasil


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