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ESPECIAL SEGUROS

Traduzindo a linguagem dos seguros para veículos

Para entender tudo o que está escrito nas apólices de seguros é preciso conhecer os ternos técnicos do setor

Publicado em 29/10/2017, às 13h37

Entender o
Entender o "segurês" é importante para não ter surpresas na hora acionar o seguro
Divulgação
Editoria de Veículos

Na hora de fazer o seguro do carro é bom saber que toda apólice tem um prêmio, mas não é promoção. Já a cobertura é variável, e não se trata da garagem que protege o veículo. E, em caso de sinistro, é bom procurar logo o corretor. Não, não estamos falando de assombrações. Prêmio, cobertura e sinistro são termos comuns ao ambiente das seguradoras, mas que podem soar estranho para clientes no momento de contratar uma companhia para garantir indenizações em caso de roubo ou avarias ao veículo.

>> Saiba o que é verdade e o que é mito nos seguros de veículos

Muitos proprietários se preocupam apenas em cotar valores que terão de pagar pelo seguro do carro e nem se dão ao trabalho de ler a apólice (contrato), com medo de se perder nas entrelinhas do “segurês”. Mas é nesta hora que se toma conhecimento do que o seguro oferece em termos de cobertura – aquilo que será efetivamente indenizado – e as obrigações do segurado para não perder seus direitos. O “segurês” é, na verdade, uma variação da linguagem jurídica e não existe para confundir. Pelo contrário, serve para evitar ruídos de comunicação entre as partes (seguradora e cliente). “A linguagem das seguradoras é técnica, precisa, e por isso necessária na confecção de um contrato”, afirma Carlos Valle, vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).



SEGUROS

Ler, e conseguir entender, uma apólice de seguro é coisa para profissional. E é aí que entram os corretores, que são bem mais que apenas vendedores de contratos. Inclusive, a lei que regulamenta o setor exige que o seguro seja feito por um corretor. O corretor tem, entre outras funções, tirar dúvidas sobre os direitos e deveres do cliente ao contratar um seguro e prestar assistência ao dono do veículo durante a vigência do contrato. Prestar atenção aos termos do contrato garante que o cliente não pague um serviço sem necessidade ou, pior ainda, deixe de ter cobertura numa determinada situação. É o contrato firmado entre o segurado (cliente) e a seguradora que deve conter detalhes das coberturas, bem como as condições previstas de indenização e valores a serem pagos. Veja nosso "dicionário de seguros" no infográfico abaixo.

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Para atuar num ramo tão diversificado, o corretor precisa ter formação na Escola Nacional de Seguros. O cronograma é bem vasto e contempla 27 disciplinas de áreas de conhecimento distintas. De acordo com a coordenadora da unidade regional de Pernambuco da Escola Nacional de Seguros em Pernambuco, Cristiana Noblat, o curso completo dura de nove meses. A escola forma média de 60 pessoas por ano no Estado. Podem participar do curso maiores de 18 anos que tenham concluído o ensino médio. O valor do investimento no curso sai por R$ 5.995. Informações no fone: 3423-6653.


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