Jornal do Commercio
Alerta

Pernambuco investiga sete possíveis casos do desafio da Baleia Azul

Dos sete casos registrados no Estado, dois foram registrados no Recife, um em Paulista, um em Goiânia, um em Vicência e dois em Moreno

Publicado em 20/04/2017, às 22h30

Oito estados brasileiros investigam possíveis casos / Foto: Tato Rocha/JC Imagem
Oito estados brasileiros investigam possíveis casos
Foto: Tato Rocha/JC Imagem
JC Online

Até o momento, sete vítimas do jogo Baleia Azul já foram identificadas em Pernambuco. Do total, cinco casos estão sendo investigados pela Polícia Civil. As famílias das vítimas procuraram o Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) e registraram dois boletins de ocorrência no Recife, um no Paulista, um em Goiana e em um Vicência - Zona da Mata do Estado. Os outros dois ocorreram em Moreno e estão sob os cuidados da Polícia Federal.

O jogo, que teria surgido na Rússia em 2015, consiste em uma série de 50 desafios diários, enviados à vítima por meio de um aplicativo de mensagens por chamado "curador". As tarefas, que podem estimular a automutilação e levar a comportamentos suicidas, são sempre repassadas durante a madrugada. O último desafio é tirar a própria vida. Até agora, oito estados brasileiros, incluindo Pernambuco, têm casos que podem ter relação com o desafio.



Suspeita em Petrolina

Na tarde desta quinta-feira (20), pescadores encontraram o corpo de uma adolescente de 15 anos boiando no Rio São Francisco, na região do Porto do Jatobá, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Segundo informações do 5º Batalhão de Polícia Militar, a jovem morava em Juazeiro, na Bahia, e estava desaparecida desde a última segunda-feira (17). De acordo com uma amiga da família, ela estava participando do desafio da Baleia Azul.

Baleia Rosa

Como resposta ao jogo da Baleia Azul, foi lançado o Baleia Rosa. Na página do Facebook, que já reúne mais de 87 mil seguidores, são divulgadas postagens otimistas e 50 tarefas que espalham o bem para quem pratica e para quem recebe a ação.


Palavras-chave


Comentários

Por Henry David Thoreau,22/04/2017

Pois então, estamos em pequenas e médias cidades americanas, onde não ocorre qualquer tipo de delito há décadas, de modo que os órgãos de segurança pública podem-se dar ao luxo de investigar as babaquices de jovens desocupados, preguiçosos, desestruturados, desequilibrados, malandros e negligenciados por pais irresponsáveis. As famílias organizadas, disciplinadas, bem estruturadas, cujos pais se preocupam intensamente com a criação dos filhos, independentemente de classe social, continuarão a sofrer com a violência desenfreada que assola não só as grandes cidades da Banânia, como também as pequenas e médias. As inversão das prioridades anda sempre de mãos dadas com a incompetência e a postura do politicamente correto.

Por LYRA,21/04/2017

O que eu acho engraçado nisso tudo é que as nossas polícias, instituições cada dia mais fracas e desmoralizadas, inclusive com muitos ladrões e bandidos em comuns em suas fileiras, não possuem contingentes para atuarem contra a marginalidade que cresce assustadoramente em nosso estado sem governo mas, tem pessoas para investigarem uma besteira dessa, chamada de BALEIA AZUL, que só se torna seus seguidores quem for doido, idiota e drogados pois com certeza, pessoas normais nunca irão passar a madrugada assistindo filmes de terror e parte do dia dando cortes e sim mesma e, quem estiver disposto a seguir os mandamentos da BALEIA, que morra.



Comentar


Nome E-mail
Comentário
digite o código
Desejo ser notificado de comentários de outros internautas sobre este tópico.

OFERTAS

Especiais JC

JC 100 anos JC 100 anos
Para marcar os 100 anos de fundação, o JC publica este especial com um panorama do que se passou neste período em que o jornal retratou o mundo, com projeções de especialistas sobre o que vem por aí e com os bastidores da Redação do Jornal do Commercio
Sozinha nasce uma mãe Sozinha nasce uma mãe
Uma palavra se repete na vida dela: sozinha. Porque estava sozinha na gravidez. Sozinha na hora do parto. Sozinha nas primeiras noites de choro. Sozinha nos primeiros passos. Sozinha no registro civil. O JC conta histórias de luta das mães sozinhas
Segunda chance - Caminhos para ressocializar Segunda chance - Caminhos para ressocializar
Eles saem das prisões, mas as prisões não saem deles. Perseguem-nos até o final de suas vidas. Como uma condenação perpétua. Pena. Eles lamentam. Mas precisam seguir. E neste difícil caminho da ressocialização, o trabalho é uma espécie de absolvição.

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2019 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM