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PM que sobreviveu a atropelamento no metrô passa por cirurgia no HR

O sargento passou por um procedimento na coluna nesta quarta-feira (16). O outro PM ferido foi levado para o Hospital da Polícia Militar

Publicado em 16/05/2018, às 19h09

Logo após o acidente os dois PMs foram levados para o Hospital da Restauração / Foto: Diego Nigro / SJCC
Logo após o acidente os dois PMs foram levados para o Hospital da Restauração
Foto: Diego Nigro / SJCC
JC Online

Um dos policiais que sobreviveu ao acidente no metrô do Recife nessa terça-feira (15) passou por cirurgia no Hospital da Restauração (HR), na área central da cidade, durante a tarde desta quarta-feira (16). De acordo com a unidade de saúde, o quadro do sargento Clécio Fagner Santos do Nascimento, 36 anos, é considerado estável.

O PM passou por um procedimento na coluna que terminou por volta das 18h e já respira sem ajuda de aparelhos. No acidente, ele sofreu um Traumatismo Raquimedular (TRM). 

Outro PM ferido

O segundo policial militar ferido, Luciano Antônio da Silva, 35, fraturou o braço esquerdo e sofreu uma contusão no abdômen. Ele foi transferido na tarde desta quarta-feira (16) do Hospital da Restauração para o Hospital da Polícia Militar. De acordo com a assessoria da PM, o quadro de saúde dele é estável.



Entenda o caso

O que era para ser uma ocorrência para evitar mais crime no Recife acabou se transformando em tragédia para a Polícia Militar de Pernambuco na noite dessa terça-feira (15). Durante incursão do 16º Batalhão nos trilhos do metrô próximo à Estação Joana Bezerra, na altura da comunidade do Papelão, na área central da cidade, quatro policiais que participavam da operação foram atingidos por um dos trens que passava no local.

 

O Sargento Éneas Severino Silva morreu no local do acidente e o Cabo Adeildo José Alves, 40, deu entrada morto no Hospital da Restauração (HR).

A equipe estava nos trilhos do trem para iniciar uma operação para combater um homicídio. De acordo com Alberisson Carlos, presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), o efetivo do Gati do 16º BPM foi solicitado após a denúncia de que cinco suspeitos estavam prestes a executar um rapaz da quadrilha rival próximo à linha do trem. Segundo o 16º BPM, durante a incursão, houve troca de tiros entre bandidos e policiais. Porém, os disparos não teriam sido a causa da morte de policial algum. Após o tiroteio, os agentes teriam sido surpreendidos por um dos trens que passava no local e que acabou atingindo em cheio todo o efetivo.

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