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Manifestação

Frente de Luta organiza protesto contra aumento de passagens de ônibus

O ato está marcado para as 8h, em frente ao Centro de Convenções, em Olinda

Publicado em 05/01/2017, às 13h54

A tarifa do anel A atualmente custa R$ 2,80 e é utilizada por 70% dos passageiros / Guga Matos/JC Imagem
A tarifa do anel A atualmente custa R$ 2,80 e é utilizada por 70% dos passageiros
Guga Matos/JC Imagem
JC Online

Na manhã desta sexta-feira (6), no dia em que o Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) se reúne para discutir sobre o reajuste no valor das passagens de ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR), a Frente de Luta Pelo Transporte Público de Pernambuco organiza um protesto. A manifestação acontece às 8h, em frente ao Centro de Convenções, em Olinda, no mesmo local onde ocorrerá o encontro do CSTM.

O protesto está sendo organizado em evento do Facebook. Segundo Pedro César Josephi, coordenador da Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco, a manifestação ocorre não apenas pelo possível aumento das passagens. "Queríamos que tivessem reuniões do CSTM para outras coisas. Em relação ao ar condicionado e para mais câmeras nos ônibus, por exemplo. Fizemos uma campanha contra o assédio nos coletivos e apresentamos ao Governo. Até hoje, nada disto foi discutido", explica.



"Empresários e governo discutem a portas fechadas. O Conselho conta com 15 representantes do Estado e apenas oito da sociedade civil. Queremos mais participação", acrescenta Josephi. 

Proposta de aumento

Atualmente, a tarifa A custa R$ 2,80 e é utilizada por 70% dos passageiros. As passagens do anel B custam R$ 3,85. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE) propõe um aumento de 33,9%. Se este percentual for aplicado, as tarifas passarão a custar R$ 3,75, para o anel A e R$ 5,15 para o anel B. No ano passado, o pedido dos empresários foi de 32%, mas o que vigorou foi 14,42%.



Comentários

Por Adilson,05/01/2017

Reunião para discutir o aumento da frota, as condições da frota, o conforto para passageiros e sobre a segurança nos coletivos entre governo e empresários não tem , nem se cogita. Na hora que os motoristas pedem aumento ai essa carniça diz que só pode dar menos de 10%, essas misérias , tem que parar tudo ao redor do local da reunião, de lá ninguém sai.



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