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violência

Criança é morta durante tiroteio em Paulista

Menina brincava no meio da rua quando levou um tiro e não resistiu ao ferimento

Publicado em 03/04/2015, às 20h21

Avô da menina, Lourival Antunes, mostra local em que a criança brincava na hora do tiroteio / Foto: Ricardo B. Labastier/JC Imagem
Avô da menina, Lourival Antunes, mostra local em que a criança brincava na hora do tiroteio
Foto: Ricardo B. Labastier/JC Imagem
Do JC Online
Atualizada às 21h

Uma criança de 7 anos morreu após ser atingida por uma bala perdida no início da noite desta sexta-feira (3) no cruzamento da Avenida F com a Rua 79, em Maranguape II, Paulista, Região Metropolitana do Recife. Tayná Vitória Silva Santos brincava no local com o irmão, uma tia e um primo quando um tiroteio começou. A menina levou um tiro na cabeça.

“Tudo aconteceu muito rápido. Não foi sequer possível identificar quantas pessoas estavam envolvidas no tiroteio. Só percebemos alguns homens que passaram atirando em cima de motos em alta velocidade. Quando percebemos Tayná já estava toda ensanguentada”, disse Petrúcia Nilza dos Santos, avó da menina, que ainda não sabia que a neta havia morrido quando conversou com a reportagem do JC.

A menina chegou a ser socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jardim Paulista, de onde foi transferida para o Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife, mas não resistiu à gravidade do ferimento e faleceu por volta das 19h30, pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.



Por conta do feriado, no momento em que o tiroteio ocorreu, afirmaram testemunhas, a rua estava bastante movimentada, repleta de crianças. Os moradores dizem ainda que, no passado, a localidade costumava ser bastante violenta, mas que ultimamente estava bem tranquila, com casos raros de roubos e assassinatos.

“Antigamente em quase todos os finais de semana alguém era morto por aqui, só que nos últimos tempos isso não acontecia mais. Estamos muito surpresos com essa violência”, comentou Lourival Antunes, avô de Tainá. O caso foi registrado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ficará responsável pelas investigações.




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