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julgamento

Acusados de matar médico Artur Eugênio vão a júri popular

A decisão de levar os acusados a júri popular foi tomada com base nos laudos periciais, informaram as autoridades

Publicado em 27/08/2015, às 09h05

Artur Eugênio de Azevedo foi assassinado a tiros no dia 12 de maio de 2014 / Foto: Reprodução/Facebook
Artur Eugênio de Azevedo foi assassinado a tiros no dia 12 de maio de 2014
Foto: Reprodução/Facebook
Da editoria de Cidades
Atualizada às 16h42

Os quatro homens acusados de planejar e executar a morte do médico Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 35 anos, vão a júri popular. A decisão foi tomada pela juíza Inês Maria de Albuquerque Alves, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, na última quarta-feira (26). A defesa dos réus ainda pode recorrer da decisão.

Os réus são o médico Cláudio Amaro Gomes, o filho dele, Cláudio Amaro Gomes Júnior, além de Lyferson Barbosa da Silva e Jailson Duarte César. De acordo com Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Cláudio Amaro Gomes responderá por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Já o acusado Cláudio Amaro Gomes Júnior será julgado por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), além de furto qualificado mediante fraude com comunicação falsa do crime e dano qualificado pelo uso de substância inflamável. 

Os outros dois acusados de participar do crime responderão por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e dano qualificado.



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A decisão de levar os acusados a júri popular foi tomada com base nos laudos periciais, além da audiência de instrução e julgamento realizada em sete datas entre os dias 14 de outubro de 2014 e 10 de junho de 2015, informaram as autoridades. Um total de 60 testemunhas foram ouvidas no decorrer do processo.

CASO - O médico Artur Eugênio de Azevedo foi assassinado a tiros no dia 12 de maio de 2014. O corpo do cirurgião só foi encontrado no dia seguinte, às margens BR-101, no bairro de Comporta, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. De acordo com a denúncia oferecida ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o crime teria sido motivado por desentendimentos profissionais entre Cláudio Amaro Gomes e a vítima. A investigação, comandada pelo delegado Guilherme Caraciolo, apontou, ainda, que Cláudio Amaro Gomes seria o mandante do crime. Um quinto acusado, Flávio Braz, foi morto numa troca de tiros com a Polícia Militar, no dia 8 de fevereiro de 2015.





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