Jornal do Commercio
CASO ITAÍBA

Julgamento de um dos acusados do caso do promotor de Itaíba é adiado

José Maria Cavalcanti é acusado de estar presente no momento da execução do promotor

Publicado em 24/10/2016, às 11h37

Promotor de Itaíba Thiago Faria Soares foi morto em 2013 na PE-300
 / Foto: Reprodução/Facebook
Promotor de Itaíba Thiago Faria Soares foi morto em 2013 na PE-300
Foto: Reprodução/Facebook
JC Online

O julgamento de um dos suspeitos de participar do crime que matou o promotor de justiça Thiago Farias Soares, que aconteceria na manhã desta segunda-feira (24), foi adiado por falta de advogados. José Maria Cavalcanti Domingos é filho de José Maria Pedro Rosendo Barbosa, suspeito de ser o mandante do crime. Cavalcanti é acusado de estar presente no momento da execução do promotor.

Os outros três suspeitos, José Maria Pedro Rosendo Barbosa, Adeildo Ferreira dos Santos e José Marisvaldo Vitor da Silva respondem por acusações de homicídio doloso, contra o promotor e tentativa de homicídio contra Mysheva Freire Ferrão Martins, noiva da vítima, e do tio dela, Audautivo Elias Martins, que estavam no carro com o promotor no momento do crime. O destino dos quatro estará nas mãos de 25 jurados.

A data para o novo julgamento de José Maria Cavalcanti Domingos ainda não foi divulgada.

Crime

O crime aconteceu em 14 de outubro de 2013 e teve repercussão nacional. Thiago Faria seguia com a noiva e o tio dela para Itaíba, onde trabalhava, quando teve o carro interceptado no quilômetro 19 da PE-300, no município de Águas Belas. Os suspeitos efetuaram os disparos contra o promotor e fugiram em seguida. 



A motivação do crime, segundo a PF, envolveu a disputa pelas terras da Fazenda Nova. O acusado José Maria Pedro Rosendo Barbosa teria perdido a posse em um leilão para Mysheva, e teve que deixar sua casa. Como vingança, teria planejado o atentado.

A investigação foi marcada por divergências entre a Polícia Civil e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Enquanto a polícia seguia a linha de de que o crime teria sido motivado pelas terras, os promotores consideravam que o assassinato poderia ter sido motivado por vingança ou ciúmes. Devido ao empasse, o caso passou para as mãos da Polícia Federal em 13 de agosto de 2014.




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