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OPERAÇÃO

Suspeitos de atuarem como ''justiceiros'' em São Vicente Ferrer são presos

Os homens são suspeitos de executarem pai e filho no dia 7 de abril

Publicado em 15/04/2019, às 18h06

Segundo a polícia, um dos homens assassinados cometia crimes na região / Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Segundo a polícia, um dos homens assassinados cometia crimes na região
Foto: Divulgação/ Polícia Civil
JC Online

Na última quinta-feira (11) a Polícia Civil deflagrou a Operação Justiceiros no município de São Vicente Ferrer, no Agreste de Pernambuco. Segundo o delegado Marcos Nobre, titular da delegacia do município, a ação policial tinha como objetivo prender os autores de um duplo homicídio qualificado que vitimou pai e filho, no dia 7 de abril.

De acordo com o titular da delegacia, o mais novo tinha envolvimento com crimes na região. "A gente acredita que a motivação do duplo homicídio seja porque eles são os 'justiceiros'. Uma das vítimas era envolvida com crimes e essas pessoas queriam fazer justiça com as próprias mãos", disse o delegado.

A polícia teve acesso às câmeras de segurança de um posto de gasolina e descobriu que os autores do crime estavam em um posto de gasolina momentos antes do crime. Em uma motocicleta, as vítimas chegaram ao estabelecimento comercial e, após avistar os suspeitos, o filho acelerou o veículo e saiu em disparada.



As imagens mostram também que, ao notar a presença do homem que estaria envolvido com crimes na região, os suspeitos correram para alcançá-los. Divididos em três motocicletas, os homens executaram pai e filho a tiros cerca de 15 minutos depois do ''encontro'' no posto de gasolina. "Uma testemunha nos relatou que durante a perseguição os homens gritavam 'Para, para. É a polícia. Se entrega'", informou Nobre.

Apreensões

Foram expedidos três mandados de prisão em desfavor de Willya Alves Mendes, Lucas Manoel da Silva e Petrônio Gonçalves da Silva. Além das prisões, a polícia apreendeu uma capa de colete à prova de balas, carteira e camisa de agentes de segurança e munições. "As apreensões nos fazem acreditar que eles usavam esses materiais na surdina, se passando por policiais", afirmou o delegado. 

Segundo a polícia, os três homens presos não possuíam passagem pela polícia por crimes graves, apenas registros no Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). 





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