Jornal do Commercio
Caso Beatriz

Três anos após assassinato, família de Beatriz realizará protesto

Assassinato da menina completa três anos na próxima segunda-feira (10) e permanece sem indicação dos culpados

Publicado em 06/12/2018, às 19h00

Delegada Polyanna Néry está a frente das investigações / Reprodução/ TV Jornal
Delegada Polyanna Néry está a frente das investigações
Reprodução/ TV Jornal
JC Online
Com informações da Rádio Jornal

Três anos após o assassinato de Beatriz Mota, as investigações ainda não foram concluídas. A mãe da menina, Lúcia Mota, afirmou que na próxima quarta-feira (12), uma manifestação em frente ao Tribunal de Justiça de Pernambuco às 8h da manhã, vai pedir pelo apontamento dos culpados e condenação dos envolvidos.

“Eu convido a todas as mães, que perderam seus filhos, que perderam um amigo, um parente, que compareça, dia 12 de dezembro, em frente ao tribunal de justiça, em Recife. Porque nós estaremos lá, protestando, e de lá seguiremos até o Palácio Campo das Princesas, para protestarmos, porque nós queremos justiça”, disse.

As declarações de Lúcia foram dadas durante entrevista à Rádio Jornal na tarde desta quinta-feira (6). De acordo com ela, as investigações atrasaram porque um dos funcionários do colégio, onde a menina estudava e foi encontrada morta dias depois, teria apagado as imagens das câmeras de segurança. Lúcia também explicou que o cumprimento de um mandado de prisão não pôde acontecer porque a juíza alegou “tempo”, já que o crime fará três anos na próxima segunda-feira.



Outro ponto reivindicado pela mãe de Beatriz é a alternância de delegados no caso. “Esperamos que o Estado de Pernambuco dê a ela todas as condições necessárias para que ela possa, concluir o caso. É o mínimo que o Estado, que o governador Paulo Câmara pode fazer. Essa será uma cobrança. Nós queremos a permanência de Polyana. Eu não aceito mais uma mudança de delegado”, pontuou.

Transferência

Beatriz foi sepultada em Juazeiro, interior da Bahia, em um sítio da sua família. Mas a mãe dela afirmou que o corpo deve ser exumado e transferido para Petrolina em breve. “Nós não sabemos ainda a data, por causa dos trâmites legais, mas assim que a gente tiver, nós vamos informar a todos”, explicou.



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