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crise na saúde

Médicos residentes do HGV voltam atrás e cruzam os braços por 24h

Os 105 médicos residentes decidiram suspender os atendimentos no ambulatório, enfermaria e cirurgias eletivas

Publicado em 27/08/2015, às 11h30

Os médicos residentes afirmam que faltam remédios e insumos nas unidade de saúde / Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
Os médicos residentes afirmam que faltam remédios e insumos nas unidade de saúde
Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
Da editoria de Cidades
Com informações da repórter Bianca Bion

Médicos residentes do Hospital Getúlio (HGV), no bairro Cordeiro, Zona Oeste do Recife, voltaram atrás na decisão de cruzar os braços por quatro dias. A categoria optou por manter a paralisação por apenas 24h, em protesto contra a situação crítica na unidade de saúde.

Os médicos afirmam que faltam remédios, insumos e produtos básicos, como gaze e filme de raio-x no hospital, que integra a rede estadual de saúde. Além disso, a falta de pagamento a terceirizados deixou os serviços desfalcados em limpeza e vigilância, alegam os residentes.   



Com os serviços comprometidos e sem uma solução efetiva por parte do governo do Estado, os 105 médicos residentes decidiram suspender os atendimentos no ambulatório, enfermaria e cirurgias eletivas. Somente a emergência permanece em funcionamento.

Mesmo com a paralisação, o movimento na unidade de saúde era tranquilo na manhã desta quinta-feira (27). Os pacientes que chegaram ao hospital conseguiram atendimento na emergência. Os serviços serão retormados na sexta-feira (28) às 7h.

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