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PATRIMÔNIO

Recife terá mapeamento de obras de arte em espaços públicos

Projeto "Recife arte pública" está em andamento e prevê criação de um mapa, um site e um aplicativo para dispositivos móveis

Publicado em 29/03/2015, às 06h47

Um dos murais de Cicero Dias, na Secretaria da Fazenda de Pernambuco, que vão entrar no projeto / Foto: Alexandre Belém/JC Imagem 15/15/2009
Um dos murais de Cicero Dias, na Secretaria da Fazenda de Pernambuco, que vão entrar no projeto
Foto: Alexandre Belém/JC Imagem 15/15/2009
Eugênia Bezerra

O Recife é uma galeria de arte ao ar livre e aberta ao público, embora muitos moradores e visitantes da cidade não percebam algumas obras presentes na paisagem de maneira mais "discreta", em parques, interior de prédios públicos, fachadas de edifícios ou em ruas movimentadas. As mais visíveis, no entanto, tornaram-se ponto de referência para quem se locomove pela cidade ou marco na memória de alguns – como o painel de Francisco Brennand, no prédio da antiga A Primavera, na Rua do Sol, no Centro. Úm inventário sobre as esculturais, painéis e murais da capital pernambucana são o foco do projeto Recife arte pública, que resultará em um mapa e um site com imagens e informações sobre as obras e seus criadores, com lançamento previsto para o fim deste semestre.

O projeto foi idealizado pela arquiteta e arte-educadora Lúcia Padilha Cardoso. A ligação dela com a arquitetura e as artes visuais está expressa nas características do Recife arte pública. "O fato de não existir esse mapeamento da arte pública e também por este ser um recurso educativo altamente acessível para todo mundo", cita Lúcia, a motivou a fazer o projeto. "A cidade é como uma galeria a céu aberto. Você pode trabalhar a educação patrimonial, as artes visuais, a história de Pernambuco."

Os educadores Niedja Santos e Hassan Santos formam a equipe de pesquisa, com coordenação de produção de Janaísa Cardoso. "É um trabalho complexo, estamos mapeando as seis RPA's (regiões político-administrativas). Já conseguimos localizar a maioria das obras. Estamos na fase de pesquisar conteúdo, reunir informações sobre cada autor, o ano em que a obra foi feita, curiosidades sobre ela...", situa Lúcia.



"Há facilidade de acesso a um conteúdo rico. Olhando estas obras de arte você pode ver a história de Pernambuco. E elas são expressões de artistas como Francisco Brennand, Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres, Corbiniano Lins", continua Lúcia.


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Enquanto trabalha nesta etapa, realizada com apoio do Funcultura, a equipe planeja desdobramentos da iniciativa. "Queremos expandir a pesquisa para um aplicativo gratuito. Falamos bastante sobre arte-educação, mas para o turismo isso também é show. Outra expansão é usar o material em ações que a gente quer promover", adianta Lucia.

O texto completo está no Caderno C deste domingo (29/3), no Jornal do Commercio.



Comentários

Por jose luiz xavier de lima,21/02/2016

Gostaria muito que fosse lembrada com muito gramou, a mina tia Inalda Xavier da Silva, que se encontrar-se doente, mas foi uma das fundadora da Escola de Belas Artes-PE e Oficina Guianase, Paneis, Artesã, Decorações, Curso, professora da UFRPE, Doutora e Mestra, Exposições no mundo todo, excelente tia, filha e família, seus grandes trabalhos com XILOGRAVURA e LITOGRAVURA.

Por Edmar,29/03/2015

Favor visitar pelo menos, o prédio da sede do DER na Cruz Cabuga. Tem um mural de Chico Brenand entocado e deprezado por lá.

Por carlos,29/03/2015

kkkkkkkkkkk... Que conversa mole¹ A única coisa que existe nesta cidade, desprezada pelo poder público, é muito fedor e pichação. O TARTARUGA SEM CASCO conseguiu uma coisa impossível, ser pior do que os joões PTralhas.



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