Jornal do Commercio
ENTREVISTA

George Moura faz adaptação de A emparedada da Rua Nova para a TV

Romance foi transposto para o Sertão Pernambucano dos dias atuais

Publicado em 13/06/2013, às 06h02

George Moura / Raphael Dias/Divulgação
George Moura
Raphael Dias/Divulgação
Ernesto Barros

Há 15 anos morando no Rio de Janeiro, o jornalista e roteirista pernambucano George Moura é um dos nomes mais quentes da TV Globo. Depois do sucesso da minissérie O canto da sereia, ele emplacou a adaptação do romance recifense A emparedada da Rua Nova, transposto para o Sertão pernambucano. Nesta entrevista, ele fala sobre a minissérie, que terá três meses de gravação no Estado, e de seus roteiros para o cinema.

JORNAL DO COMMERCIO – Como surgiu o interesse pelo folhetim A emparedada da Rua Nova? Como recifense, talvez esse seu conhecimento venha de muito tempo.



GEORGE MOURA – Na verdade, esse livro me foi dado nos anos 1980 pelo Dr. Reinaldo de Oliveira, que também é ator. Eu li naquela época e, desde então, essa história ficou na minha cabeça e no meu coração, com um desejo de fazer algo. Os anos se passaram e, em 1996, fui morar no Rio de Janeiro. Cerca de dois anos depois, estava fazendo um trabalho com José Maria Villamarim (diretor da minissérie O canto da sereia) e dei meu exemplar para ele ler. Eu disse pra ele: “Aqui tem uma história que eu queria muito contar”. Ele leu o livro e ficou absolutamente apaixonado pela trama folhetinesca do livro. Há dois anos, levei a ideia para a TV Globo. O diretor artístico da emissora, Manoel Martins, fez uma provocação como o meu desejo de fazer uma adaptação e me disse: “Você já pensou em fazê-la contemporânea?”

Leia a entrevista completa na edição desta quinta-feira (13/06) no Caderno C, do Jornal do Commercio.





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